Eu Entrego

Uncategorized

compra no e-commerce 60+

Consumidor 60+ no e-commerce: quais barreiras ainda dificultam a compra?

O consumidor 60+ no e-commerce faz parte da transformação digital brasileira. Em 2025, 74,5% das pessoas com 60 anos ou mais usavam internet, enquanto 80,3% tinham celular para uso pessoal, segundo o IBGE. O desafio para o varejo, portanto, não está apenas em alcançar esse público, mas em oferecer uma jornada que ele consiga percorrer com autonomia. Esse mercado também está crescendo. A população com 60 anos ou mais passou de cerca de 22,2 milhões em 2012 para 34,1 milhões em 2024, um aumento de 53,3%, segundo o IBGE. Os números mostram um público cada vez mais presente no digital. Ao mesmo tempo, pesquisas do Procon-SP indicam que algumas escolhas de usabilidade ainda podem fazer consumidores desistirem de comprar ou contratar serviços. O público 60+ está cada vez mais conectado A expansão do acesso digital entre pessoas mais velhas vem acontecendo rapidamente. O avanço registrado pelo IBGE mostra que a internet já faz parte da rotina de uma parcela significativa desse público. Isso muda a forma como o varejo deve enxergar esse consumidor. O público 60+ não está fora do digital. Ele pesquisa, acessa serviços, recebe ofertas e utiliza dispositivos conectados. A questão passa a ser se as experiências oferecidas pelas empresas acompanham diferentes níveis de familiaridade e diferentes preferências de navegação. Estar online não significa conseguir concluir uma compra Uma pesquisa realizada pelo Procon-SP em 2026 ouviu 812 consumidores com 60 anos ou mais. Entre os entrevistados, 96% tinham celular com internet e aplicativos. Mesmo com esse nível de conectividade, quase 54% afirmaram já ter desistido de entrar em contato com uma empresa ou realizar uma compra porque o aplicativo era o único canal disponível. O dado não representa toda a população brasileira 60+, já que a pesquisa contou com participação espontânea. Ele mostra, porém, uma barreira concreta identificada entre os consumidores ouvidos. O problema também aparece na relação com ofertas. Mais de 78% dos entrevistados recebiam ofertas por redes sociais ou telefone, mas apenas 29% compravam por esses canais. Entre os que compravam, mais de 69% já haviam enfrentado algum problema, como atraso ou não entrega, dificuldade de atendimento ou problemas relacionados ao pagamento.  A situação não surgiu apenas em 2026. Na pesquisa do Procon-SP de 2025, 92% dos entrevistados tinham acesso à internet e aplicativos, mas 51% disseram já ter sido impedidos de comprar ou contratar um serviço porque a empresa operava somente por aplicativo. Onde o e-commerce ainda cria barreiras Uma jornada digital pode se tornar difícil mesmo quando o consumidor tem acesso à tecnologia. Alguns pontos merecem atenção: Esses pontos não são exclusivos do público 60+, mas ganham importância quando uma parcela relevante dos consumidores já demonstra dificuldade diante de determinadas escolhas digitais. Acessibilidade também é estratégia comercial Facilitar a jornada não significa criar uma experiência diferente para cada faixa etária. Significa reduzir obstáculos desnecessários para que mais consumidores consigam pesquisar, comprar e buscar ajuda quando necessário. Para o varejo, isso tem impacto comercial. Um consumidor pode ter interesse em determinado produto, reconhecer a marca e até receber uma oferta relevante. Se a jornada exigir um aplicativo que ele não quer utilizar, apresentar um cadastro excessivo ou dificultar o acesso ao atendimento, a intenção de compra pode não chegar ao checkout. Por isso, acessibilidade e usabilidade precisam ser consideradas dentro da estratégia de conversão. Uma experiência mais simples amplia as possibilidades de conclusão da compra. A experiência precisa continuar depois do checkout A jornada do consumidor não termina quando o pagamento é aprovado. Depois da compra, informações sobre confirmação, prazo, acompanhamento e entrega também precisam ser claras. Para consumidores que enfrentam dificuldades com determinados canais digitais, a disponibilidade dessas informações pode fazer diferença na percepção sobre a empresa. Uma experiência mais acessível considera diferentes formas de pesquisar, comprar, acompanhar o pedido e buscar suporte. Para o varejo, isso significa pensar na jornada completa e evitar que uma barreira criada em qualquer etapa comprometa uma compra que já foi conquistada. Como a Eu Entrego apoia a experiência de compra A experiência digital precisa estar alinhada à capacidade de entrega da operação. Informações claras sobre prazo e acompanhamento ajudam o consumidor a entender o que acontece depois da compra e reduzem incertezas durante a espera pelo pedido. A Eu Entrego atua como operadora logística de última milha, apoiando varejistas na realização das entregas ao consumidor final. Uma operação preparada para diferentes volumes permite acompanhar as necessidades do varejo e contribuir para uma experiência mais transparente até a chegada do pedido. O consumidor está conectado. A experiência precisa acompanhar. O crescimento do público 60+ no ambiente digital amplia uma oportunidade para o varejo, mas também exige atenção às barreiras que podem interromper a jornada. Ser digital não significa obrigar todo consumidor a comprar da mesma forma. Quanto mais simples forem as etapas de compra, atendimento e entrega, maior a possibilidade de transformar conexão em uma experiência efetivamente concluída. Quer preparar sua operação para oferecer uma experiência de entrega mais simples e transparente?  Conheça a Eu Entrego e veja como podemos apoiar sua estratégia de última milha.

Consumidor 60+ no e-commerce: quais barreiras ainda dificultam a compra? Read More »

e-commerce e IA

Seu e-commerce está preparado para vender para agentes de IA?

Os Agentes de IA no e-commerce podem mudar a forma como os consumidores descobrem, comparam e compram produtos pela internet. Em vez de realizar cada etapa da jornada, o consumidor delega parte desse processo a sistemas capazes de pesquisar opções, analisar informações e, em determinados contextos, executar ações em seu nome. Esse movimento coloca uma nova questão para os varejistas: o site foi construído apenas para ser encontrado por pessoas e buscadores ou também consegue ser interpretado por sistemas automatizados? Um levantamento da Conversion ajuda a dimensionar essa diferença. O State of Crawl 2027 analisou 1.954 domínios de grande audiência no Brasil. Enquanto 84,2% alcançaram o patamar técnico definido pelo estudo para SEO, apenas 0,5% atingiram a mesma régua na dimensão de preparação para agentes de IA. No recorte de comércio e marketplaces, a diferença é ainda maior: nenhum dos 60 sites analisados alcançou a nota mínima de 70 para ser considerado preparado para agentes, embora 86,67% tenham atingido o patamar técnico de SEO. O dado não significa que esses sites sejam incapazes de vender online ou que os agentes não consigam acessá-los. O estudo mede condições técnicas específicas para navegação agêntica. Ainda assim, o resultado mostra uma distância relevante entre a estrutura criada para buscadores e aquela necessária para sistemas automatizados compreenderem conteúdo e caminhos de interação. O que são agentes de IA no e-commerce? Agentes de IA são sistemas capazes de receber um objetivo do usuário e executar diferentes etapas para tentar alcançá-lo. No comércio eletrônico, isso pode envolver pesquisar produtos, comparar preços, verificar características, avaliar alternativas e avançar em etapas da jornada de compra. A Visa descreve o comércio agêntico como uma evolução na qual agentes podem atuar em nome do consumidor, desde a busca e comparação até etapas de pagamento e compra. A mudança está na forma como a decisão é construída. Hoje, o consumidor pode pesquisar “tênis para corrida até R$500”, abrir diferentes lojas, comparar modelos e decidir qual comprar. Em uma jornada mediada por IA, parte dessa pesquisa pode ser delegada ao agente, que precisa interpretar informações de diferentes sites para apresentar alternativas compatíveis com o pedido. Para o varejista, isso cria uma nova preocupação: as informações disponíveis no site são claras o suficiente para serem interpretadas por uma máquina? O consumidor pode estar mais preparado que os sites A adoção ainda está em desenvolvimento, mas os dados sobre interesse do consumidor mostram que o tema já merece atenção. Uma pesquisa da Visa com 4 mil consumidores no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e Singapura apontou que 76% dos brasileiros pretendem utilizar agentes de IA para realizar compras. No Brasil, 67% dos entrevistados também afirmaram se sentir muito ou extremamente confiantes em permitir que esses agentes comprem em seu nome. Ao mesmo tempo, o State of Crawl encontrou uma realidade técnica bastante diferente nos sites brasileiros. Entre os domínios analisados: O contraste ajuda a explicar o tamanho do desafio. Durante anos, os e-commerces investiram em estrutura, conteúdo e performance para melhorar a sua presença nos mecanismos de busca. Agora, surge uma camada adicional: permitir que sistemas automatizados consigam interpretar o que está disponível e avançar pela experiência digital. O que um agente precisa entender para recomendar um produto? Para um consumidor, uma página pode parecer bastante clara porque elementos visuais, menus, imagens e interações ajudam a construir a experiência. Um agente precisa encontrar e interpretar essas informações de outra maneira. Em um e-commerce, alguns dados ganham importância: Produto Nome, descrição, características técnicas, tamanho, cor, composição, variações e demais informações precisam estar disponíveis de maneira estruturada e compreensível. Preço O agente precisa identificar o valor vigente, eventuais descontos e condições comerciais para comparar uma oferta com outras alternativas. Disponibilidade Não basta saber que determinado produto existe. A disponibilidade precisa refletir a realidade da operação, especialmente quando existem diferentes regiões, lojas ou centros de distribuição. Entrega Prazo, custo, modalidades disponíveis e cobertura também podem interferir na escolha. Políticas Informações sobre troca, devolução, garantia e outras condições da compra ajudam a estabelecer os critérios que podem ser considerados na decisão. Reputação Avaliações e informações confiáveis sobre o produto também podem contribuir para a comparação entre alternativas. A lógica é simples: quanto mais informações um agente precisa considerar para decidir entre produtos, mais importante se torna a qualidade e a clareza desses dados. O SEO não desaparece, mas pode não ser suficiente A preparação para agentes de IA não substitui o trabalho de SEO. O próprio State of Crawl separa as duas dimensões porque elas medem capacidades diferentes. O SEO técnico ajuda mecanismos de busca a encontrar, rastrear e interpretar páginas. A preparação agêntica acrescenta condições relacionadas à leitura do conteúdo, às regras de acesso e aos caminhos de interação necessários para que sistemas automatizados possam avançar em uma tarefa. Essa diferença fica evidente nos números. Entre os sites de comércio e marketplaces analisados, 86,67% alcançaram o patamar técnico de SEO, enquanto nenhum chegou à régua estabelecida para preparação agêntica.  Isso significa que a estratégia digital do e-commerce pode precisar considerar duas perguntas diferentes: O consumidor consegue encontrar minha página? Um sistema automatizado consegue compreender o que existe nela e como avançar? As duas questões fazem parte da mesma jornada digital, mas exigem avaliações diferentes. A logística também entra na decisão Quando um agente compara produtos, a escolha não precisa considerar apenas preço e características. Disponibilidade, prazo e custo de entrega também influenciam qual opção atende melhor ao objetivo informado pelo consumidor. Imagine uma solicitação simples: encontrar um determinado produto, pelo menor preço possível, com entrega até amanhã em um CEP específico. Para responder corretamente, o sistema precisa encontrar informações comerciais e também dados relacionados à operação. Um produto mais barato pode deixar de ser a alternativa escolhida se não estiver disponível para aquela região ou não conseguir cumprir o prazo solicitado. É por isso que a evolução do comércio agêntico amplia a importância dos dados logísticos. Disponibilidade, prazo, modalidade e custo de entrega não são apenas informações exibidas no checkout, mas também parte da própria etapa

Seu e-commerce está preparado para vender para agentes de IA? Read More »

rodízio de veículos

Horário de rodízio em SP: guia para não levar multa

Quem precisa cruzar a capital paulista no dia a dia sabe que entender o horário de rodízio em SP garante uma rotina sem imprevistos, o programa funciona para organizar o tráfego nas avenidas principais e reduzir a emissão de fumaça pesada, consequentemente, planejar as suas rotas com antecedência evita atrasos nas entregas e protege o seu orçamento contra penalidades desnecessárias. A restrição vigora de segunda a sexta-feira nos momentos de pico, dividida em dois blocos de horário bem específicos, pela manhã, o bloqueio acontece das 7h às 10h, retornando no final da tarde, das 17h às 20h, nesses dois períodos, automóveis com determinados números no final da placa ficam proibidos de transitar dentro das áreas delimitadas da cidade. O calendário semanal segue uma divisão simples começando pelas placas com finais 1 e 2 na segunda-feira, na terça-feira a proibição atinge os finais 3 e 4, enquanto na quarta-feira entram os finais 5 e 6 e por fim, as quintas-feiras bloqueiam os numerais 7 e 8, encerrando a semana na sexta-feira com finais 9 e 0. Zonas de Restrição e veículos isentos da regra As regras valem estritamente para o chamado Centro Expandido da metrópole, delimitado pelo Minianel Viário, essa região abrange grandes vias como as Marginais Tietê e Pinheiros, além da Avenida dos Bandeirantes e da Avenida Salim Farah Maluf, portando, se o seu destino atravessa esses eixos principais, o uso do GPS ativado evita que você entre por engano nas zonas restritas. A boa notícia para a maioria dos parceiros de entregas é que as motocicletas circulam livremente sem restrições, todavia, quem faz entregas utilizando automóveis de passeio ou furgões leves precisa respeitar as regras rigorosamente, além disso, confira nossas dicas de Como agir na blitz: guia completo para entregadores evitarem problemas para otimizar os seus trajetos e gastar menos enquanto entrega. Alguns grupos contam com isenção total da norma, incluindo carros elétricos, viaturas de emergência e veículos cadastrados para PCD, contudo, para obter essa liberação oficial, a pessoa física ou empresa deve realizar um cadastro prévio junto ao órgão municipal, acompanhar os comunicados da Companhia de Engenharia de Tráfego ajuda você a checar o status de solicitações e mudanças operacionais. Evite prejuízos e mantenha o foco no faturamento Desrespeitar as regras do programa gera uma infração de trânsito de natureza média na sua carteira de habilitação, o motorista que transita em local proibido recebe quatro pontos na CNH e uma multa no valor de R$ 130,16, sendo assim, cair nessa fiscalização duas vezes no mesmo dia traz um prejuízo gigante para a sua renda diária. Para escapar desses custos, configure os aplicativos de navegação do celular ativando o alerta de restrição de placa, do mesmo modo, organize o seu expediente fazendo pausas estratégicas ou adiantando os carregamentos fora do horário crítico, o rodízio sofre suspensão temporária durante feriados prolongados e recessos de fim de ano com aviso prévio da prefeitura. Entregar de forma preventiva garante rotas muito mais rápidas, economia de peças e tranquilidade total durante todo o percurso, ajuste os seus alarmes, observe a sinalização das vias e aproveite cada oportunidade para faturar com total segurança. 

Horário de rodízio em SP: guia para não levar multa Read More »

Transportar objetos no banco do carro

Guia e regras para transportar objetos nos bancos dos carros

Como transportar objetos no banco do carro sem levar multa Quem roda diariamente fazendo entregas sabe que acomodar caixas e pacotes exige atenção constante e aprender a transportar objetos no banco do carro de forma correta evita multas indesejadas e protege o seu bolso ao longo da rotina, além disso, garantir que suas bagagens fiquem bem presas evita acidentes graves nas vias urbanas. Muitos entregadores não percebem o risco real de deixar uma encomenda solta sobre o estofado durante a viagem, em uma colisão súbita ou frenagem brusca, o peso de uma simples caixa pode aumentar até quatro vezes devido à força do impacto, consequentemente, esse volume solto vira um projétil perigoso que pode atingir a sua cabeça ou o painel do veículo. A legislação brasileira permite que veículos de passeio levem bagagens e pequenos pertences pessoais além dos passageiros, contudo, esses itens jamais podem comprometer a dirigibilidade do motorista ou a estabilidade da condução, portanto, mochilas, sacolas pequenas e bolsas podem ocupar o assento sem problemas, desde que não tragam riscos para a travessia. Limites de tamanho e acomodação segura no veículo A lei atual não define números exatos para o peso máximo das mercadorias no banco do passageiro, mas para não errar na medida, você deve avaliar se a encomenda ultrapassa o limite de retenção do cinto de segurança, do mesmo modo, confira o Manual de Entregadores Eu Entrego: Guia Completo para o seu dia a dia para organizar sua rotina com eficiência. Móveis grandes e bicicletas nunca devem ocupar o espaço interno dos passageiros por razões óbvias de espaço, igualmente, caixas altas que bloqueiam a visão do espelho retrovisor central geram grande risco de colisão traseira, sendo assim, mantenha o vidro posterior totalmente livre para enxergar com clareza tudo o que acontece atrás do automóvel. Se você precisa carregar uma encomenda pequena, porém muito pesada, passe o cinto de segurança ao redor do pacote, esse hábito simples impede que a carga deslize para o assoalho durante uma curva fechada na pista, dessa maneira, você mantém o controle total da direção e preserva o estado da mercadoria do cliente. O Que é totalmente proibido pela legislação de trânsito O Código de Trânsito proíbe terminantemente carregar qualquer volume ou animal no colo do condutor enquanto ele dirige, mesmo itens pequenos não podem ficar soltos perto dos seus braços, pernas ou entre as suas pernas, afinal, qualquer objeto caindo no assoalho pode travar os pedais de freio ou acelerador, causando acidentes graves. Essa regra vale com o mesmo rigor para quem costuma levar animais de estimação na cabine do veículo, o transporte de bichos no colo gera infração média, garantindo quatro pontos na carteira e multa no valor de R$ 130,16, além disso, consulte as diretrizes oficiais do Código de Trânsito Brasileiro ajuda você a evitar prejuízos na sua habilitação. Para garantir a proteção do pet e do condutor, utilize sempre caixas de transporte apropriadas presas no cinto, no caso de utilitários com caçamba, os animais só podem viajar na parte traseira se estiverem devidamente presos e protegidos, respeitar esses detalhes garante um dia de trabalho muito mais produtivo, seguro e totalmente livre de penalidades.

Guia e regras para transportar objetos nos bancos dos carros Read More »

Conteúdo em vídeo: como transformar produtos em experiências no e-commerce

Conteúdo em vídeo: como transformar produtos em experiências no e-commerce 

O conteúdo em vídeo ganhou espaço na jornada de compra porque ajuda o consumidor a conhecer produtos que não pode tocar, experimentar ou observar de perto. Em 2026, 84% dos usuários do YouTube procuram vídeos sobre produtos quando estão avaliando uma compra, segundo a pesquisa YouTube no Brasil 2026, realizada pelo Opinion Box. O levantamento mostra que esse comportamento já faz parte da decisão de compra. Entre os entrevistados, 58% fazem esse tipo de pesquisa sempre ou na maioria das vezes, enquanto 56% afirmam já ter comprado um produto ou contratado um serviço recomendado em um vídeo. Para as marcas, o conteúdo em vídeo cria uma oportunidade de demonstrar características, responder dúvidas e aproximar o consumidor da experiência que terá depois da compra. Por que o conteúdo em vídeo ganhou espaço na jornada de compra? O consumidor não utiliza as plataformas digitais apenas para entretenimento. Segundo o levantamento do Opinion Box, 45% dos entrevistados recorrem ao YouTube para buscar informações sobre produtos, enquanto 30% assistem a reviews e avaliações. Os formatos procurados também mostram o que o consumidor espera encontrar. Enquanto 56% preferem vídeos de pessoas mostrando produtos em uso, 55% buscam conteúdos técnicos e 47% assistem a comparações entre marcas. Esse comportamento ajuda a explicar por que demonstrar um produto pode ser mais útil do que simplesmente apresentar suas características em uma descrição. O consumidor pode querer saber como determinado tecido se comporta, qual é o tamanho real de um produto, como um eletrônico funciona ou como um cosmético fica depois da aplicação. O vídeo permite responder essas perguntas visualmente. Mostrar o produto é diferente de apenas descrevê-lo No ambiente físico, parte da decisão acontece pela percepção direta. O consumidor observa dimensões, textura, movimento, funcionamento e aparência antes de colocar o produto no carrinho.  No e-commerce, a marca precisa construir parte dessa percepção pela tela. O estudo acadêmico, “The influence of online product presentation videos on persuasion and purchase channel preference: The role of imagery fluency and need for touch”,  sobre vídeos de apresentação de produtos online identificou que conteúdos demonstrativos influemciam a intenção de compra ao facilitar a capacidade do consumidor de imaginar o produto e sua utilização. Isso muda a função do conteúdo em vídeo dentro da estratégia de conteúdo. Em vez de apenas falar que um produto possui determinada característica, a marca pode mostrar como essa característica aparece na prática. Uma peça de roupa pode ser apresentada em movimento para evidenciar caimento. Um cosmético pode mostrar textura, aplicação e absorção. Um alimento pode explorar corte, preparo e consistência. Um eletrônico pode aparecer em funcionamento, com seus comandos e dimensões em situações reais de uso. Como o conteúdo em vídeo pode aproximar o consumidor do produto? Uma estratégia de conteúdo em vídeo pode trabalhar diferentes elementos da experiência de acordo com a categoria. Textura e aparência Produtos cuja percepção depende de acabamento, consistência ou superfície podem usar closes e movimentos para apresentar detalhes que uma imagem estática não consegue explorar da mesma maneira. Dimensão e proporção Mostrar o produto em relação a uma pessoa, ambiente ou objeto conhecido ajuda o consumidor a compreender seu tamanho e visualizar onde ou como ele será utilizado. Funcionamento Eletrônicos, ferramentas, eletrodomésticos e outros produtos podem ser demonstrados em situações reais para explicar comandos, recursos e formas de utilização. Aplicação e resultado Em categorias como beleza, higiene e cuidados pessoais, o vídeo pode mostrar aplicações, textura, acabamento e diferentes etapas de utilização. Som e movimento Alguns produtos também possuem características percebidas pelo som ou pelo movimento. Mostrar uma embalagem sendo aberta, um alimento sendo preparado ou um equipamento funcionando adiciona elementos à experiência digital. A escolha do recurso depende do produto. O objetivo é identificar quais características precisam ser percebidas para que o consumidor consiga entender melhor aquilo que está considerando comprar. Vídeos curtos ou longos: qual formato usar? Não existe um único formato para toda a jornada: o conteúdo curto pode chamar atenção e despertar curiosidade. Reels, TikToks e Shorts funcionam quando a marca precisa apresentar rapidamente uma característica, uma situação de uso ou uma ideia que leve o consumidor a conhecer melhor o produto. Já conteúdos mais longos permitem aprofundar demonstrações, comparações, tutoriais e avaliações. Os próprios dados do YouTube ajudam a mostrar essa diferença. Entre os usuários que consomem Shorts, 74% afirmam passar mais tempo assistindo a vídeos tradicionais, enquanto 26% dedicam mais tempo aos vídeos curtos. Isso indica que os formatos podem cumprir funções diferentes. O vídeo curto pode despertar o interesse. O conteúdo mais extenso pode ajudar o consumidor a entender melhor o produto antes de decidir. Que tipos de conteúdo em vídeo uma marca pode produzir? O conteúdo audiovisual não precisa seguir sempre o mesmo formato. A marca pode escolher a abordagem de acordo com a dúvida que precisa responder. A escolha do formato deve partir da experiência que a marca precisa tornar mais clara. O consumidor quer conteúdo ou propaganda? Essa diferença também aparece na pesquisa sobre o YouTube. Embora a plataforma seja utilizada para pesquisar produtos, 63% dos entrevistados afirmam que a publicidade recebida não tem relação com seu perfil, enquanto 46% dizem se irritar com os anúncios. Apenas 18% demonstram interesse nas propagandas exibidas. Os dados mostram uma diferença entre interromper o consumidor com uma mensagem comercial e oferecer um conteúdo que ele considera útil para a decisão. Por isso, um vídeo de produto pode começar por uma pergunta, uma demonstração, uma comparação ou uma dúvida frequente. A marca continua apresentando seu produto, mas o conteúdo entrega uma informação que ajuda o consumidor a avançar na jornada. Do conteúdo em vídeo à experiência de compra O conteúdo em vídeo pode ajudar o consumidor a descobrir um produto, entender suas características e imaginar como será utilizá-lo. A experiência construída pela marca, porém, continua depois do checkout. Quando o pedido é realizado, prazo, acompanhamento, comunicação e entrega passam a fazer parte da percepção que o consumidor terá daquela compra. A expectativa criada pelo conteúdo precisa encontrar uma operação preparada para cumprir a promessa feita

Conteúdo em vídeo: como transformar produtos em experiências no e-commerce  Read More »

pedágio gratuito

Isenção na pista: Governo avalia zerar pedágio para carros e motos

Muitos motoristas e motociclistas que rodam diariamente em viagens intermunicipais acompanham de perto as discussões sobre a pauta do Governo Federal de zerar pedágio para carros e motos em rodovias de baixo fluxo, a proposta busca separar os veículos leves dos caminhões na cobrança das tarifas, consequentemente, essa alteração promete reduzir o custo das rotas de quem trabalha no transporte de encomendas. Atualmente, o sistema coloca automóveis de passeio, motos e caminhões menores dentro de uma única categoria tarifária, já a nova proposta pretende reclassificar esses grupos para aplicar descontos significativos nas praças de cobrança, além disso, a iniciativa pretende zerar a taxa nos trechos onde houver aporte financeiro governamental. A justificativa principal da medida leva em conta o impacto que o veículo leve causa no asfalto, como os caminhões pesados provocam maior desgaste nas pistas, cobrar o mesmo valor dos entregadores gera uma grande divergência financeira, dessa maneira, a mudança promete aliviar o bolso de quem enfrenta longas distâncias para cumprir seus chamados. Entenda como funcionam as concessões inteligentes Essa reformulação integra os estudos das chamadas concessões inteligentes para vias com menor tráfego diário, o projeto prevê investimentos do setor público na infraestrutura antes da entrega do trecho para a administração privada, portanto, o motorista aproveita pistas bem pavimentadas sem precisar pagar taxas altas a cada pedágio. A maior parte das rodovias avaliadas para esse novo formato fica concentrada na região Nordeste, se o plano for aprovado, os entregadores locais conseguirão reduzir consideravelmente os custos operacionais de suas jornadas. Leia também o nosso artigo Gasolina com 32% de Etanol: Economia ou Armadilha? para otimizar ainda mais o seu faturamento nas rotas longas. Apesar dos avanços nas negociações, a medida ainda depende de estudos técnicos antes de entrar em vigor, de acordo com as análises do setor, a implementação final deve acontecer gradualmente nos próximos ciclos de concessão, igualmente, você pode acompanhar as diretrizes oficiais do Ministério dos Transportes para ficar por dentro de todas as novidades das rodovias. O impacto da mudança na rotina do entregador Para quem realiza corridas regionais frequentemente, economizar na tarifa da praça faz toda a diferença no lucro final, o dinheiro que antes ficava retido nas cabines de cobrança pode ser reinvestido na manutenção do seu carro ou moto, do mesmo modo, custos menores nas viagens permitem aceitar fretes para cidades vizinhas com maior margem de ganho. Ficar atento às mudanças da legislação do trânsito garante que você aproveite as oportunidades em primeira mão, enquanto o projeto segue em análise pelos órgãos competentes, mantenha o foco no planejamento da sua rotina diária, afinal, gerenciar bem os custos da viagem ajuda a manter a sua operação sempre lucrativa. A expectativa do setor de entregas é que as novas regras tragam mais fôlego para o trabalho autônomo, continue acompanhando as atualizações sobre o assunto, organize as suas despesas de viagem e busque sempre as melhores rotas, desejamos excelentes viagens, pistas seguras e ótimos rendimentos para o suas entregas diárias.

Isenção na pista: Governo avalia zerar pedágio para carros e motos Read More »

marketplace x e-commerce

Marketplace x e-commerce próprio: por que investir em um canal próprio? 

Escolher entre marketplace x e-commerce próprio é uma decisão cada vez mais relevante para marcas que vendem pela internet. Segundo uma pesquisa da CNDL/SPC Brasil em parceria com a Offerwise, 85% dos consumidores digitais residentes nas capitais fizeram pelo menos uma compra pela internet nos últimos 12 meses, o equivalente a uma estimativa de 139 milhões de compradores. A média também chegou a 5,1 pedidos por consumidor no período mensal.  Nesse cenário, as marcas contam com diferentes canais para chegar ao público. Os marketplaces concentram audiência, variedade e praticidade, enquanto o e-commerce próprio permite construir uma relação mais direta com quem compra. As estratégias não precisam ser excludentes. A questão é entender o papel de cada canal e por que desenvolver uma loja própria pode ser importante para fortalecer a marca, conhecer melhor o consumidor e criar oportunidades de recompra. Marketplace x e-commerce próprio: qual é a diferença? O marketplace é uma plataforma de terceiros que reúne produtos de diferentes vendedores em um mesmo ambiente. Para o consumidor, isso facilita a comparação de preços, condições e opções de entrega. Já o e-commerce próprio é o canal digital controlado pela própria marca. Nesse ambiente, a empresa define a apresentação dos produtos, a comunicação, as promoções, a experiência de navegação e diferentes etapas da jornada de compra. Na comparação entre marketplace x e-commerce próprio, cada modelo cumpre uma função diferente. O marketplace oferece acesso a uma audiência já estabelecida, enquanto a loja própria cria um espaço para a marca desenvolver uma relação mais direta com esse consumidor. Por que os marketplaces continuam relevantes? Os marketplaces têm forte presença no comportamento de compra brasileiro. Segundo o relatório E-Consumidor 2026, produzido pela Nuvemshop, 73,9% dos entrevistados preferem esses canais para comprar online. Entre os principais motivos estão a praticidade, a variedade e a facilidade para comparar produtos. Além disso, 56,4% percebem melhores preços nesses ambientes. Essas características fazem dos marketplaces importantes canais de descoberta e aquisição. Para marcas que querem ampliar sua presença digital, estar nessas plataformas pode facilitar o acesso a consumidores que ainda não conhecem seus produtos. Por isso, a discussão sobre marketplace x e-commerce próprio não precisa partir da escolha de apenas um canal. O ponto está em evitar que toda a estratégia de vendas dependa de uma única plataforma e em construir diferentes caminhos para chegar ao consumidor. Por que investir em um e-commerce próprio? 1. Crie um relacionamento mais direto com o consumidor No marketplace, parte da experiência acontece dentro de uma plataforma que também reúne outras marcas e vendedores. No canal próprio, a comunicação acontece diretamente no ambiente da empresa. O E-Consumidor 2026 mostra essa diferença: 40% dos compradores de marketplaces afirmam sentir que estão se relacionando mais com a plataforma do que com a marca. Ter um canal próprio cria mais espaço para trabalhar comunicação, conteúdo, atendimento e estratégias de relacionamento ao longo da jornada. 2. Fortaleça a confiança na marca O site oficial também pode funcionar como uma referência para quem busca segurança na compra. Segundo o mesmo levantamento, 69,1% dos consumidores esperam encontrar o produto original no site oficial da marca, enquanto 21% esperam encontrá-lo em um marketplace por meio de um vendedor parceiro. Essa percepção ajuda a explicar por que o e-commerce próprio pode ter um papel importante na construção de autoridade e confiança. 3. Conheça melhor quem compra Uma loja própria também permite que a empresa tenha maior autonomia sobre os dados gerados pela sua operação e possa utilizá-los em estratégias de CRM, segmentação e personalização, de acordo com sua estrutura e ferramentas. Com essas informações, a marca consegue entender melhor comportamentos de compra e criar ações específicas para diferentes perfis de consumidores. 4. Utilize estratégias de fidelização O relacionamento não precisa terminar depois do primeiro pedido. A loja própria permite estruturar iniciativas como benefícios para a segunda compra, programas de fidelidade, campanhas personalizadas, cashback e condições exclusivas. O comportamento do consumidor reforça essa oportunidade. Depois de uma boa experiência de compra, 46,4% afirmam que voltariam à loja virtual oficial da marca. Nos marketplaces, 31,3% procurariam novamente o mesmo vendedor. 5. Tenha mais autonomia sobre a experiência No e-commerce próprio, a marca consegue definir com mais liberdade como o consumidor encontrará seus produtos, quais informações serão apresentadas, como será o checkout e quais condições comerciais estarão disponíveis. Essa autonomia também alcança o pós-compra. Prazo, modalidade de entrega, rastreamento e comunicação fazem parte da experiência e precisam estar alinhados à promessa feita no momento da compra. Marketplace x e-commerce próprio: os canais precisam competir? Os dois canais podem fazer parte da mesma estratégia.O marketplace pode ampliar o alcance e apresentar a marca a novos consumidores. O e-commerce próprio pode aprofundar o relacionamento, estimular a recompra e criar um ambiente em que a empresa tenha maior autonomia sobre a experiência. O objetivo, portanto, é utilizar cada canal de acordo com a função que desempenha na estratégia comercial. 💡 O marketplace pode ser a porta de entrada. A loja própria precisa ser um destino para a marca. O papel da logística no e-commerce próprio Construir um canal próprio também significa assumir maior responsabilidade sobre a experiência oferecida ao consumidor. Depois do checkout, o pedido precisa ser separado, coletado, acompanhado e entregue de acordo com o prazo apresentado na compra. Isso ganha ainda mais importância conforme o volume de pedidos aumenta. Uma estratégia comercial que gera mais vendas precisa estar acompanhada de uma operação preparada para atender essa demanda. Para varejistas que desenvolvem um canal próprio, a logística de última milha pode contribuir para transformar a autonomia conquistada no e-commerce em uma experiência consistente até a chegada do pedido. Como a Eu Entrego apoia o crescimento do varejo Para marcas que querem fortalecer o e-commerce próprio, a logística também precisa acompanhar o crescimento das vendas. A Eu Entrego atua como operadora logística de última milha, apoiando varejistas na realização das entregas ao consumidor final. Com uma operação preparada para diferentes volumes de pedidos, a empresa ajuda o varejista a manter a experiência de compra até a

Marketplace x e-commerce próprio: por que investir em um canal próprio?  Read More »

PUDO coleta e retirada

PUDO: o que é, como funciona e quais os benefícios?

Nem sempre receber uma compra em casa é a opção mais prática. O consumidor pode não estar disponível no momento da entrega ou morar em uma região com dificuldades de acesso. É nesse cenário que o PUDO aparece como uma alternativa. Os pontos PUDO permitem que compras online sejam retiradas ou devolvidas em locais específicos, próximos da rotina do consumidor. Além de trazer mais flexibilidade para quem compra, esse modelo também pode ajudar a operação logística a centralizar entregas, reduzir novas tentativas e ganhar mais eficiência na última milha. O que é PUDO? PUDO é a sigla em inglês para Pick-up and Drop-off. Na prática, são pontos físicos utilizados para retirada e devolução de produtos comprados online. Em vez de receber a encomenda exclusivamente em casa, o consumidor pode escolher outro local para retirar o pedido. Os pontos PUDO podem funcionar em estabelecimentos comerciais parceiros, lojas da própria empresa, residências credenciadas ou lockers. Como funciona? O funcionamento é simples. Ao finalizar uma compra online, o consumidor pode ter a opção de escolher um ponto PUDO disponível na região. Assim, em vez de receber o pedido em casa, pode selecionar um local próximo da residência, do trabalho, da escola, da faculdade ou de outro ponto que faça parte da sua rotina. Normalmente, o processo funciona assim: O PUDO também pode ser utilizado para trocas e devoluções. Nesse caso, a loja pode disponibilizar um código, QR Code ou código de barras para identificar o pedido. O consumidor leva o produto até um ponto autorizado e realiza a devolução no local indicado. Quais são os benefícios? O PUDO pode trazer vantagens tanto para quem compra quanto para quem precisa organizar a operação de entregas. Centralização das entregas e devoluções Com os pontos PUDO, diferentes pedidos podem ser direcionados para locais específicos. Isso facilita a organização da operação e cria uma alternativa às entregas realizadas individualmente em endereços residenciais. Como esses pontos possuem horários de funcionamento definidos, o modelo também pode ajudar a reduzir tentativas de entrega sem sucesso por ausência do consumidor. Maior capilaridade nas entregas Nem todas as regiões apresentam as mesmas condições para uma entrega porta a porta. Problemas de endereçamento, dificuldades de acesso ou limitações na infraestrutura das vias podem tornar a última milha mais complexa. Nesse cenário, o PUDO pode funcionar como uma alternativa para ampliar as opções de recebimento. O consumidor retira o pedido em um local próximo e de fácil acesso, enquanto a operação ganha mais uma possibilidade para atender diferentes regiões. Mais praticidade para o consumidor Nem sempre é possível estar em casa para receber uma encomenda. Quando ninguém está disponível no endereço, uma nova tentativa pode ser necessária e o pedido pode demorar mais para chegar ao consumidor. Com o PUDO, a encomenda fica disponível em um ponto escolhido durante a compra. Assim, a retirada pode ser feita dentro do horário de funcionamento daquele local. É mais flexibilidade para o consumidor e menos risco de uma entrega não ser concluída por ausência no endereço. Leia também: Por que a última milha pode definir o sucesso do seu e-commerce? Quais são os tipos de PUDO? Existem diferentes formas de utilizar pontos de retirada. A principal diferença está no local onde o consumidor recebe ou devolve a encomenda. Click & Collect No Click & Collect, o consumidor compra online e retira o pedido em uma loja física da própria empresa. Esse modelo aproveita a estrutura da marca para conectar a compra digital à loja física. Pick-up Points Os Pick-up Points são estabelecimentos parceiros que funcionam como pontos de retirada de encomendas. Esses locais geralmente seguem o horário de funcionamento do próprio estabelecimento e podem ampliar as opções disponíveis para o consumidor em diferentes regiões. Social Pick-up Points Os Social Pick-up Points funcionam em residências credenciadas para receber encomendas. O modelo cria mais uma opção de retirada próxima ao consumidor, principalmente em locais com menor presença de estabelecimentos comerciais. Lockers Os lockers são armários inteligentes utilizados para a retirada de encomendas. O acesso pode ser feito por QR Code, PIN ou outro código de identificação. Dependendo de onde o locker está instalado, a retirada pode acontecer em horários mais flexíveis. Qual a relação entre PUDO e última milha? A última milha é uma das etapas mais importantes da entrega, porque é quando o pedido percorre o trecho final até chegar ao consumidor. E é justamente nessa etapa que podem surgir desafios como ausência no endereço, dificuldade de acesso e necessidade de uma nova tentativa. O PUDO cria mais uma possibilidade para organizar esse processo, concentrando pedidos em pontos específicos e oferecendo outras opções de retirada e devolução. Mas isso não significa que o modelo substitui a entrega residencial. As duas alternativas podem coexistir de acordo com a necessidade da operação e com a preferência de cada consumidor. E, independentemente do modelo escolhido, ter visibilidade sobre a entrega faz diferença. Com a Eu Entrego, a operação acompanha os pedidos em tempo real e tem mais visibilidade sobre cada etapa da última milha. O consumidor também pode acompanhar sua entrega, enquanto a empresa consegue identificar imprevistos e agir durante a operação. Mais controle para a empresa e mais informação para quem está esperando o pedido. Quer ter mais controle sobre a sua última milha? Com a Eu Entrego, sua operação conta com tecnologia para acompanhar as entregas em tempo real, monitorar os pedidos e ter mais visibilidade durante toda a última milha. Fale com o nosso time

PUDO: o que é, como funciona e quais os benefícios? Read More »

consórcio de carros

Consórcio de Carros: Guia de vantagens e desvantagens para entregadores

Muitos parceiros de entregas procuram o consórcio de carros como uma alternativa inteligente para trocar de veículo ou conquistar a tão sonhada autonomia no trabalho, essa modalidade funciona como uma compra coletiva, permitindo que você pague mensalidades acessíveis sem comprometer a sua renda familiar, além de evitar o peso dos juros altos dos bancos, esse modelo ajuda a planejar o futuro da sua frota pessoal com tranquilidade. Nessa modalidade, diversos motoristas se reúnem através de uma administradora financeira para formar uma poupança conjunta e todo mês, o valor arrecadado pelas parcelas garante a contemplação de participantes por meio de sorteios ou pela oferta de lances, consequentemente, você garante a sua carta de crédito e consegue adquirir o seu modelo zero quilômetro ou seminovo sem complicações. Qualquer pessoa maior de 18 anos pode entrar em um grupo apresentando apenas documentos básicos e comprovante de residência, inclusive, pessoas negativadas conseguem ingressar no plano, pois a análise de crédito acontece somente no momento da contemplação, dessa maneira, a opção se mostra bem democrática para quem deseja organizar a vida financeira enquanto roda pelas ruas. Diferenças entre consórcio e financiamento na prática Antes de fechar qualquer contrato, você precisa entender a diferença crucial entre financiamento e consórcio. O financiamento entrega o veículo de forma imediata na sua garagem, mas cobra juros que costumam dobrar o valor final do automóvel, por outro lado, a compra planejada cobra apenas taxas de administração diluídas, tornando a parcela total mais leve. Sendo assim, essa opção é ideal para o entregador que não tem pressa para trocar de carro ou moto no momento, se você puder aguardar a sorte do sorteio ou guardar um valor para dar um lance, a economia final será grande. Vale a pena consultar nosso artigo prático sobre melhores veículos para entregas: como escolher a opção certa para o seu dia a dia para estruturar a sua decisão com antecedência. Outra vantagem importante envolve a flexibilidade na escolha do modelo desejado após receber a carta de crédito, as administradoras liberam o valor para comprar carros populares, utilitários, picapes, motos e até caminhões de carga, desde que o veículo siga as regras oficiais do Banco Central do Brasil, a escolha final fica totalmente nas suas mãos. Como avaliar se a opção vale a pena para você A grande desvantagem desse sistema é a impossibilidade de retirar o veículo imediatamente sem dar um lance alto, quem está com o carro quebrado na oficina e precisa de uma solução urgente encontra dificuldades nesse formato, por essa razão, quem depende da chave na mão hoje talvez precise considerar outras formas de crédito. Para fazer a escolha certa sem passar aperto, coloque todas as despesas fixas do seu mês na ponta do lápis, defina um valor de parcela que caiba no seu bolso mesmo em semanas com menor volume de entregas, do mesmo modo, busque sempre empresas administradoras autorizadas e com excelente reputação no mercado nacional. Planejar a renovação da sua ferramenta de trabalho garante estabilidade para a sua rotina diária nas ruas, avalie suas prioridades, acompanhe as opções de grupos disponíveis e faça a sua simulação sem pressa, acelerando com foco e organização, você conquista o seu veículo próprio e garante excelentes resultados na sua jornada.

Consórcio de Carros: Guia de vantagens e desvantagens para entregadores Read More »

etanol com gasolina

Gasolina com 32% de Etanol: Economia ou Armadilha?

Muitos parceiros de entregas notaram mudanças recentes no consumo do seu veículo durante o dia a dia, a mistura da nova gasolina com 32% de etanol altera diretamente o custo total das suas corridas pelas ruas e por conta dessa alteração, aprender a economizar tornou-se fundamental para proteger o seu orçamento mensal. Quem passa horas no trânsito precisa acompanhar de perto como esse combustível reage na prática, o etanol custa menos para os postos, mas exige que o motor queime mais combustível para gerar força, consequentemente, o tanque esvazia de forma mais rápida, forçando paradas constantes no posto ao longo da semana. Essa oscilação constante gera um impacto verdadeiro para quem depende do transporte para garantir a renda, embora o valor do litro pareça um pouco menor na bomba, o gasto por quilômetro rodado tende a subir, e dessa maneira, a aparente economia inicial acaba se transformando em prejuízo real no fim do mês. Dicas Práticas para economizar no seu dia a dia Manter a calibragem correta das rodas ajuda a diminuir a resistência do pneu com o asfalto. Do mesmo modo, confira o nosso artigo prático explicando  o que é TWI do pneu e como saber se está careca para rodar com segurança, pois cuidar da manutenção do seu veículo garante o funcionamento perfeito de todo o conjunto, assim, o motor trabalha sem sobrecarga e gasta somente o necessário.  Dirija com suavidade nas partidas e evite acelerar o motor de forma brusca nos semáforos e lembre-se de consultar as diretrizes de combustíveis da Agência Nacional do Petróleo para acompanhar as atualizações do setor, pois afinal, a informação correta protege o seu patrimônio e evita transtornos mecânicos durante o expediente. Retirar qualquer peso desnecessário do baú ou do porta-malas ajuda a aliviar a carga sobre o amortecedor e a transmissão, igualmente, fazer a troca periódica das velas garante que a queima do combustível ocorra na medida certa, adotando esses cuidados diários, você vence o desafio da nova mistura e garante mais dinheiro no bolso.

Gasolina com 32% de Etanol: Economia ou Armadilha? Read More »

Rolar para cima