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PUDO coleta e retirada

PUDO: o que é, como funciona e quais os benefícios?

Nem sempre receber uma compra em casa é a opção mais prática. O consumidor pode não estar disponível no momento da entrega ou morar em uma região com dificuldades de acesso. É nesse cenário que o PUDO aparece como uma alternativa. Os pontos PUDO permitem que compras online sejam retiradas ou devolvidas em locais específicos, próximos da rotina do consumidor. Além de trazer mais flexibilidade para quem compra, esse modelo também pode ajudar a operação logística a centralizar entregas, reduzir novas tentativas e ganhar mais eficiência na última milha. O que é PUDO? PUDO é a sigla em inglês para Pick-up and Drop-off. Na prática, são pontos físicos utilizados para retirada e devolução de produtos comprados online. Em vez de receber a encomenda exclusivamente em casa, o consumidor pode escolher outro local para retirar o pedido. Os pontos PUDO podem funcionar em estabelecimentos comerciais parceiros, lojas da própria empresa, residências credenciadas ou lockers. Como funciona? O funcionamento é simples. Ao finalizar uma compra online, o consumidor pode ter a opção de escolher um ponto PUDO disponível na região. Assim, em vez de receber o pedido em casa, pode selecionar um local próximo da residência, do trabalho, da escola, da faculdade ou de outro ponto que faça parte da sua rotina. Normalmente, o processo funciona assim: O PUDO também pode ser utilizado para trocas e devoluções. Nesse caso, a loja pode disponibilizar um código, QR Code ou código de barras para identificar o pedido. O consumidor leva o produto até um ponto autorizado e realiza a devolução no local indicado. Quais são os benefícios? O PUDO pode trazer vantagens tanto para quem compra quanto para quem precisa organizar a operação de entregas. Centralização das entregas e devoluções Com os pontos PUDO, diferentes pedidos podem ser direcionados para locais específicos. Isso facilita a organização da operação e cria uma alternativa às entregas realizadas individualmente em endereços residenciais. Como esses pontos possuem horários de funcionamento definidos, o modelo também pode ajudar a reduzir tentativas de entrega sem sucesso por ausência do consumidor. Maior capilaridade nas entregas Nem todas as regiões apresentam as mesmas condições para uma entrega porta a porta. Problemas de endereçamento, dificuldades de acesso ou limitações na infraestrutura das vias podem tornar a última milha mais complexa. Nesse cenário, o PUDO pode funcionar como uma alternativa para ampliar as opções de recebimento. O consumidor retira o pedido em um local próximo e de fácil acesso, enquanto a operação ganha mais uma possibilidade para atender diferentes regiões. Mais praticidade para o consumidor Nem sempre é possível estar em casa para receber uma encomenda. Quando ninguém está disponível no endereço, uma nova tentativa pode ser necessária e o pedido pode demorar mais para chegar ao consumidor. Com o PUDO, a encomenda fica disponível em um ponto escolhido durante a compra. Assim, a retirada pode ser feita dentro do horário de funcionamento daquele local. É mais flexibilidade para o consumidor e menos risco de uma entrega não ser concluída por ausência no endereço. Leia também: Por que a última milha pode definir o sucesso do seu e-commerce? Quais são os tipos de PUDO? Existem diferentes formas de utilizar pontos de retirada. A principal diferença está no local onde o consumidor recebe ou devolve a encomenda. Click & Collect No Click & Collect, o consumidor compra online e retira o pedido em uma loja física da própria empresa. Esse modelo aproveita a estrutura da marca para conectar a compra digital à loja física. Pick-up Points Os Pick-up Points são estabelecimentos parceiros que funcionam como pontos de retirada de encomendas. Esses locais geralmente seguem o horário de funcionamento do próprio estabelecimento e podem ampliar as opções disponíveis para o consumidor em diferentes regiões. Social Pick-up Points Os Social Pick-up Points funcionam em residências credenciadas para receber encomendas. O modelo cria mais uma opção de retirada próxima ao consumidor, principalmente em locais com menor presença de estabelecimentos comerciais. Lockers Os lockers são armários inteligentes utilizados para a retirada de encomendas. O acesso pode ser feito por QR Code, PIN ou outro código de identificação. Dependendo de onde o locker está instalado, a retirada pode acontecer em horários mais flexíveis. Qual a relação entre PUDO e última milha? A última milha é uma das etapas mais importantes da entrega, porque é quando o pedido percorre o trecho final até chegar ao consumidor. E é justamente nessa etapa que podem surgir desafios como ausência no endereço, dificuldade de acesso e necessidade de uma nova tentativa. O PUDO cria mais uma possibilidade para organizar esse processo, concentrando pedidos em pontos específicos e oferecendo outras opções de retirada e devolução. Mas isso não significa que o modelo substitui a entrega residencial. As duas alternativas podem coexistir de acordo com a necessidade da operação e com a preferência de cada consumidor. E, independentemente do modelo escolhido, ter visibilidade sobre a entrega faz diferença. Com a Eu Entrego, a operação acompanha os pedidos em tempo real e tem mais visibilidade sobre cada etapa da última milha. O consumidor também pode acompanhar sua entrega, enquanto a empresa consegue identificar imprevistos e agir durante a operação. Mais controle para a empresa e mais informação para quem está esperando o pedido. Quer ter mais controle sobre a sua última milha? Com a Eu Entrego, sua operação conta com tecnologia para acompanhar as entregas em tempo real, monitorar os pedidos e ter mais visibilidade durante toda a última milha. 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presença da marca no e-commerce

Como aumentar o alcance da marca no e-commerce 

A presença digital abriu espaço para que marcas de diferentes tamanhos encontrem novos consumidores, mas também aumentou a disputa pela atenção. No Brasil, 185 milhões de pessoas usavam a internet no fim de 2025, enquanto as redes sociais reuniam 150 milhões de identidades de usuários, segundo o DataReportal. Nesse cenário, aumentar o alcance da marca não significa apenas conquistar mais visualizações ou seguidores.  O objetivo é ser encontrado por novos públicos, gerar reconhecimento e permanecer na lembrança durante a decisão de compra. Para isso, o e-commerce precisa combinar presença digital, conteúdo relevante, diferenciação, prova social e uma experiência consistente em todos os pontos de contato. O que significa aumentar o alcance da marca? O alcance representa a capacidade de uma marca chegar a pessoas que ainda não fazem parte da sua audiência. No e-commerce, isso pode acontecer por diferentes caminhos: uma publicação compartilhada nas redes sociais, um conteúdo encontrado no Google, uma recomendação de um criador, uma avaliação de cliente ou uma indicação. Por isso, o alcance não deve ser analisado apenas pelo número de pessoas que visualizaram uma publicação, já que a qualidade dessas conexões também importa. Deste modo, alcançar consumidores que têm interesse na categoria em que a marca atua cria oportunidades mais relevantes do que simplesmente ampliar a exposição. A diferenciação também tem um papel importante. Uma análise da Kantar baseada em mais de 6,5 bilhões de dados de consumidores concluiu que marcas percebidas como significativamente diferentes para mais pessoas apresentam até cinco vezes mais penetração de mercado. Por que aumentar o alcance da marca é importante para o e-commerce?  O consumidor pode conhecer uma marca muito antes de acessar a sua loja virtual. Ele pode encontrar um produto em uma rede social, pesquisar avaliações, comparar preços, assistir a um vídeo ou receber uma recomendação. Isso transforma o alcance em uma etapa importante da jornada de compra. Quanto mais pontos de contato relevantes uma marca consegue construir, maiores são as oportunidades de ser considerada quando surge uma necessidade. As redes sociais têm participação importante nesse processo, mas não são o único caminho. O alcance também depende de buscadores, conteúdos, criadores, avaliações, indicações e da própria experiência oferecida pela empresa. Como aumentar o alcance da marca na prática? 1. Esteja nos canais em que seu público pesquisa Não é necessário estar em todas as plataformas. O primeiro passo é entender onde o público procura informações, compara opções e busca recomendações. Instagram, TikTok, YouTube, Google, marketplaces e outros canais cumprem funções diferentes. A estratégia deve considerar o comportamento do consumidor e adaptar o conteúdo ao contexto de cada canal. Uma marca que entende onde o seu público pesquisa consegue direcionar melhor seus esforços e evita produzir conteúdo apenas para preencher um calendário. 2. Crie conteúdos que tenham utilidade Conteúdo promocional pode apresentar produtos, mas não deve ser a única forma de comunicação da marca. Guias, comparativos, demonstrações, respostas para dúvidas e conteúdos relacionados ao uso dos produtos podem gerar salvamentos, compartilhamentos e novas visitas ao perfil ou ao site. O conteúdo também pode ampliar o alcance para além da audiência atual. Quando uma pessoa compartilha uma publicação útil, ela apresenta a marca para uma nova rede de contatos sem que esse público precise seguir o perfil originalmente. 3. Use criadores de conteúdo e prova social A recomendação de terceiros pode levar uma marca a públicos que ainda não tiveram contato com ela. Criadores, clientes e especialistas podem apresentar produtos dentro de contextos que fazem sentido para as suas próprias audiências. Avaliações, comentários, depoimentos, unboxings e conteúdos produzidos pelos consumidores também ajudam a mostrar como a marca é percebida fora dos seus próprios canais. Esse tipo de prova social reduz a dependência da comunicação institucional e cria novas oportunidades de descoberta. 4. Trabalhe a diferenciação da marca Alcance sem reconhecimento pode gerar exposição, mas não necessariamente lembrança. Por isso, a marca precisa deixar claro o que oferece, para quem oferece e quais características fazem com que ela seja reconhecida. Identidade visual, linguagem, posicionamento e proposta de valor devem aparecer de forma consistente nos diferentes canais. A diferenciação não significa apenas fazer algo visualmente diferente. É preciso construir uma percepção que tenha relevância para o público. A pesquisa da Kantar reforça essa relação ao associar a diferença significativa para mais consumidores a maior penetração de mercado. 5. Cuide da experiência depois da compra O alcance não termina quando o consumidor deixa de ser um visitante e se torna cliente. A experiência de compra também pode determinar o que ele fará depois. Uma boa experiência pode resultar em avaliação positiva, indicação, recompra ou conteúdo espontâneo nas redes sociais. Uma experiência ruim pode ter o efeito contrário, segundo a Salesforce, 80% dos clientes consideram a experiência oferecida pela empresa tão importante quanto seus produtos e serviços. No e-commerce, essa experiência inclui etapas como confirmação do pedido, comunicação, rastreamento, atendimento e entrega. Como a entrega pode contribuir para o alcance da marca? A comunicação pode fazer o consumidor conhecer a marca, mas a experiência precisa sustentar a expectativa criada antes da compra. Uma entrega dentro do prazo, com rastreamento e menos atritos no pós-compra, ajuda a transformar a promessa feita pela marca em uma experiência concreta. Quando essa experiência é positiva, o cliente tem mais motivos para avaliar, recomendar ou voltar a comprar. Por isso, a logística também participa da construção da percepção de marca. A última milha é o ponto em que a promessa feita no ambiente digital encontra a experiência real do consumidor. A Eu Entrego ajuda varejistas e e-commerces a estruturar essa etapa por meio de soluções de entrega que conectam a operação à experiência do consumidor. Conclusão Aumentar o alcance da marca exige mais do que ampliar a exposição. É preciso criar oportunidades para que a marca seja encontrada, reconhecida e lembrada durante a jornada de compra. Conteúdo relevante, presença nos canais certos, diferenciação e prova social ajudam a conquistar novos públicos. Uma experiência consistente depois da compra contribui para transformar essa descoberta em relacionamento. No e-commerce, ser visto

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SAC atendimento ao cliente

Como reduzir chamados no SAC sobre entrega no e-commerce 

Depois de que uma compra é concluída, o consumidor espera mais do que receber o pedido dentro do prazo. Ele também quer saber se a encomenda foi aprovada, quando será enviada, onde está e quando deve chegar. Quando essas informações não estão disponíveis de forma clara, uma dúvida simples pode se transformar em um chamado no SAC. Esse cenário é comum no e-commerce e mostra que o atendimento não deve ser o único caminho para o cliente acompanhar a entrega. Quanto mais informações estiverem disponíveis durante a jornada, menor tende a ser a necessidade de procurar ajuda para descobrir o status do pedido. Por isso, reduzir chamados sobre a entrega no SAC passa por uma operação mais transparente, com rastreamento, atualização de status e comunicação proativa. Neste artigo, você vai entender como essas ações ajudam a diminuir dúvidas no pós-compra e melhorar a experiência do consumidor. Por que tantos clientes acionam o SAC para falar sobre entrega? Uma parte dos contatos relacionados à entrega surge porque o consumidor não consegue encontrar sozinho a informação de que precisa. O pedido pode estar em separação, em transporte ou próximo de chegar, mas, se o status não estiver atualizado ou não explicar o que está acontecendo, o cliente tende a procurar o atendimento. É nesse contexto que aparece o termo WISMO, sigla para Where Is My Order?, ou “Onde está meu pedido?”. A Salesforce utiliza o conceito para tratar dos contatos feitos por consumidores que buscam informações sobre o status e a localização de suas compras. O problema é que muitas dessas solicitações poderiam ser evitadas. Se o cliente consegue consultar o pedido e entender cada etapa da entrega, o SAC deixa de ser usado como um canal de rastreamento. A equipe de atendimento, por sua vez, pode concentrar seus esforços em situações que realmente exigem intervenção. Como a falta de visibilidade afeta a experiência do cliente? A falta de informação aumenta a insegurança no pós-compra. Quando o status permanece parado por muito tempo, a previsão não está disponível ou ocorre uma mudança sem explicação, o consumidor não sabe se precisa esperar ou entrar em contato com a empresa. Esse problema ganha ainda mais relevância quando existem atrasos ou divergências no status. Um levantamento do Instituto Locomotiva em parceria com a QuestionPro mostrou que 6 em cada 10 brasileiros já receberam encomendas com atraso. O estudo também apontou que 40% já tiveram um pedido marcado como entregue sem ter recebido o produto. Nessas situações, o contato com o SAC deixa de ser apenas uma busca por informação e representa uma tentativa de resolver uma ocorrência. Por isso, uma operação eficiente precisa oferecer visibilidade não apenas quando tudo acontece conforme o planejado, mas também quando existe algum desvio. A comunicação sobre a entrega precisa explicar o que aconteceu, apresentar o próximo passo e, quando possível, atualizar o consumidor sobre uma nova previsão. Essa clareza reduz a necessidade de procurar respostas e ajuda a preservar a confiança na marca. Quais informações ajudam a reduzir chamados sobre entrega? Para que o cliente não dependa do SAC para acompanhar o pedido, o rastreamento precisa apresentar informações úteis e compreensíveis. Apenas indicar que a encomenda está “em trânsito” pode não ser suficiente para responder às principais dúvidas do consumidor. Entre as informações que podem fazer parte dessa jornada estão: A qualidade da informação também importa. Um status atualizado precisa ser compreensível para quem está esperando a compra, e não apenas para quem acompanha a operação internamente. Essa visibilidade permite que o consumidor consulte o andamento do pedido sem precisar abrir um chamado. Para o e-commerce, isso representa menos contatos repetitivos e uma jornada de pós-compra mais organizada. Como o rastreamento em tempo real reduz dúvidas no pós-compra? O rastreamento em tempo real aproxima o consumidor da operação logística. Ao consultar o pedido, ele consegue entender em que etapa a encomenda está e acompanhar sua evolução até a entrega. Esse acompanhamento é relevante porque o cliente continua interagindo com a marca depois do checkout. A Salesforce aponta que 80% dos clientes consideram a experiência oferecida por uma empresa tão importante quanto seus produtos e serviços. A entrega e as informações recebidas durante esse período fazem parte dessa experiência. Por isso, o rastreamento não deve ser tratado apenas como uma funcionalidade operacional. Ele também funciona como um canal de comunicação no pós-compra. Quando a informação está disponível e é atualizada corretamente, o consumidor tem mais autonomia para acompanhar a compra. Quando ela não existe ou apresenta inconsistências, a tendência é que a dúvida seja transferida para o SAC. Comunicação proativa: informe antes que o cliente pergunte Disponibilizar um rastreamento é importante, mas a comunicação pode ir além. Ao invés de esperar que o consumidor acesse o status por conta própria, a empresa pode enviar atualizações relevantes ao longo da jornada. A comunicação proativa pode informar que o pedido foi coletado, que está em rota, que houve uma ocorrência ou que a entrega foi concluída. Em situações de exceção, avisar o cliente antes que ele procure o SAC também ajuda a reduzir a sensação de falta de controle. Essa estratégia precisa ser objetiva. O consumidor não precisa receber mensagens a todo momento, mas deve ter acesso às informações que realmente alteram sua expectativa sobre o pedido. A transparência também precisa começar antes da compra. Frete e prazo influenciam a decisão do consumidor no checkout. Segundo dados do NuvemCommerce 2026, 57% dos consumidores abandonam o carrinho quando consideram o frete caro e 35% desistem por causa de prazos de entrega longos. Isso mostra que a experiência logística começa antes da entrega. Um prazo realista no checkout, acompanhado de atualizações durante o transporte, ajuda a alinhar a expectativa do consumidor com a capacidade da operação. Por que reduzir SAC sobre entrega também protege a operação? Diminuir chamados relacionados ao status dos pedidos não significa apenas reduzir o volume de trabalho do atendimento. Também significa identificar e corrigir problemas que estão gerando dúvidas de forma recorrente. Se muitos consumidores procuram o SAC porque

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Projeção de vendas no e-commerce: como planejar estoque, entregas e crescimento

Vender mais é uma meta comum para qualquer e-commerce, mas o aumento da demanda também exige preparo. Quando o volume de pedidos cresce acima da capacidade de estoque, expedição, atendimento ou entrega, o resultado pode ser uma operação sobrecarregada, com atrasos, custos maiores e impacto na experiência do cliente. Por isso, antes de buscar crescimento, é importante entender o quanto a empresa pode vender e quais recursos serão necessários para atender esse volume. É nesse contexto que a projeção de vendas ganha importância. A partir de dados históricos, ticket médio, taxa de conversão, sazonalidade, campanhas e outros indicadores, o e-commerce consegue estimar o comportamento das vendas em um período futuro. A previsão não elimina as incertezas do mercado, mas cria uma referência para que decisões comerciais e operacionais sejam tomadas com mais segurança. Esse planejamento também precisa chegar à logística. Uma campanha pode gerar muitos pedidos, mas cada venda exige estoque disponível, separação, expedição e uma entrega compatível com o prazo informado ao consumidor. Neste artigo, você vai entender como funciona a projeção de vendas, quais dados considerar no cálculo e por que esse processo ajuda o e-commerce a preparar a operação para crescer sem comprometer a experiência de compra. O que é projeção de vendas? A projeção de vendas é uma estimativa do volume de vendas e do faturamento que uma empresa pode alcançar em determinado período. O cálculo pode considerar meses, trimestres ou anos e deve partir de informações que ajudem a representar o comportamento esperado do negócio. Entre elas estão histórico de vendas, ticket médio, taxa de conversão, sazonalidade, campanhas previstas e condições de mercado. Por isso, a projeção não deve ser tratada como uma previsão exata do futuro. Ela funciona como uma referência para orientar decisões e pode ser atualizada conforme novos dados aparecem. Se uma campanha apresenta desempenho acima do esperado ou uma categoria perde demanda, por exemplo, a empresa pode revisar a estimativa e ajustar o planejamento. No e-commerce, esse acompanhamento tem uma importância adicional porque a venda está diretamente ligada à operação. A previsão de pedidos influencia estoque, capacidade de separação, expedição, atendimento e entrega. Quanto mais precisa for a estimativa, maior a possibilidade de preparar esses recursos antes que o aumento da demanda vire um gargalo. Por que a projeção de vendas é importante para o e-commerce? O comércio eletrônico brasileiro deve alcançar R$258,4 bilhões em faturamento em 2026, segundo dados da Abiacom. A mesma projeção aponta que quatro das principais campanhas sazonais do segundo semestre devem movimentar R$65,07 bilhões no varejo online. Em um mercado desse tamanho, decisões baseadas apenas em expectativas podem gerar impactos importantes na operação. A projeção ajuda a transformar a expectativa de crescimento em planejamento. Com uma estimativa de demanda, o e-commerce consegue antecipar necessidades de estoque, definir metas comerciais e avaliar se sua estrutura está preparada para receber mais pedidos. O objetivo não é apenas vender mais, mas saber o que será necessário para transformar a demanda em pedidos processados e entregues. O que pode ser planejado a partir de uma projeção estão: Esse planejamento também ajuda a identificar riscos antes que eles apareçam no pós-compra. Uma campanha que gera mais pedidos do que o previsto pode causar ruptura de estoque, atrasos na expedição e sobrecarga no atendimento. Já uma previsão muito acima da demanda real pode resultar em estoque parado e recursos comprometidos sem necessidade. Quais dados considerar em uma projeção de vendas? Uma boa projeção depende da qualidade dos dados utilizados. Quanto mais informações relevantes estiverem organizadas, mais fácil será identificar padrões e diferenciar um crescimento consistente de uma oscilação pontual. O histórico de vendas é o primeiro ponto de análise. Ele permite observar volume de pedidos, faturamento, produtos mais vendidos, períodos de crescimento e momentos de queda. Para complementar essa leitura, o e-commerce também deve observar o ticket médio, a taxa de conversão, o tráfego, as campanhas realizadas e o comportamento de diferentes categorias. A sazonalidade também precisa entrar no cálculo. Black Friday, Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais e outras datas comerciais podem alterar significativamente o volume de pedidos. Em 2025, por exemplo, o e-commerce brasileiro faturou R$4,76 bilhões apenas na sexta-feira da Black Friday, alta de 11,2% em relação ao mesmo período de 2024, segundo dados da Confi Neotrust. Além dos indicadores comerciais, a projeção precisa considerar a capacidade operacional. Não basta estimar quantas vendas podem acontecer. É necessário avaliar se a empresa terá produtos disponíveis, estrutura para separar os pedidos e capacidade de processar o volume esperado dentro do prazo. Como calcular a projeção de vendas? O cálculo pode ser simples quando o objetivo é estimar o faturamento de um período. Uma fórmula prática considera a quantidade de pedidos esperados e o ticket médio: Projeção de faturamento = pedidos estimados × ticket médio Para chegar ao número de pedidos, também é possível considerar oportunidades previstas e taxa de conversão: Pedidos estimados = oportunidades previstas × taxa de conversão Por exemplo, se um e-commerce estima receber 10 mil oportunidades em determinado período, trabalha com uma taxa de conversão de 3% e possui ticket médio de R$ 250, a projeção seria: O cálculo, porém, não deve ser analisado isoladamente. A empresa pode projetar R$75 mil em vendas e ainda precisar verificar se tem estoque suficiente, capacidade de expedição e estrutura de entrega para processar os 300 pedidos estimados. Também é importante revisar a projeção periodicamente. Uma previsão feita no início do ano pode deixar de representar a realidade alguns meses depois, principalmente quando há mudanças no comportamento do consumidor, no desempenho das campanhas ou nas condições do mercado. Como a projeção de vendas ajuda a planejar estoque e logística? A relação entre vendas e estoque é direta. Se a empresa estima que determinado produto terá alta demanda, pode antecipar a reposição e reduzir o risco de ruptura. Por outro lado, quando a previsão aponta uma demanda menor, o negócio pode evitar compras excessivas e reduzir o volume de produtos parados. A Shopify explica que a previsão de estoque, também chamada

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Dia do Cliente no e-commerce: como vender mais com experiência e recompra?

O Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, ganhou espaço no calendário comercial do e-commerce e já movimenta um volume relevante de vendas. Em 2025, pequenas e médias empresas que vendem pela internet faturaram R$136 milhões durante a Semana do Cliente, alta de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo um levantamento da Nuvemshop. Além de ser uma oportunidade para oferecer descontos, a data pode ser usada para trabalhar a relação com consumidores que já conhecem a marca. Para o varejo online, esse relacionamento envolve mais do que a oferta apresentada na página do produto. Personalização, atendimento, condições de frete, prazo de entrega, comunicação e pós-compra participam da percepção que o consumidor constrói sobre a empresa. Por isso, o Dia do Cliente pode funcionar como um momento para reconhecer a base, estimular novas compras e identificar pontos que precisam ser ajustados antes de períodos de maior demanda, como a Black Friday e o Natal. Por que o Dia do Cliente é importante para o e-commerce? A força comercial da data mostra que existe espaço para o Dia do Cliente dentro do planejamento do varejo online. Na Semana do Cliente de 2025, foram realizados mais de 510 mil pedidos entre lojistas da Nuvemshop, com crescimento de 22% em relação ao ano anterior. O resultado indica que a ocasião pode gerar vendas, mas também abre uma oportunidade para as marcas entenderem quais ações conseguem mobilizar consumidores que já tiveram algum contato com o negócio. O momento também é estratégico por estar próximo das principais datas comerciais do segundo semestre. Uma campanha realizada em setembro permite testar ofertas, segmentações, canais de comunicação e capacidade operacional antes de novembro. Ao invés de tratar a data como uma ação isolada, o e-commerce pode aproveitar os aprendizados para chegar à Black Friday com uma visão mais clara sobre comportamento de compra, atendimento e logística. Muito mais do que desconto: o Dia do Cliente é uma data de relacionamento Uma campanha de Dia do Cliente não precisa colocar o preço como único argumento. O consumidor pode receber um benefício exclusivo, uma condição especial para recompra, uma recomendação baseada em compras anteriores ou uma vantagem logística. O ponto é fazer com que a ação tenha relação com o histórico daquele cliente e com o que a marca já sabe sobre seu comportamento. Essa lógica acompanha uma mudança nas expectativas sobre a experiência de compra. A Salesforce aponta que 80% dos consumidores consideram a experiência oferecida por uma empresa tão importante quanto o seus produtos e serviços, enquanto 73% esperam uma personalização maior à medida que a tecnologia avança. Por isso, a campanha pode trabalhar diferentes grupos dentro da base, como: A segmentação evita que a marca envie a mesma oferta para toda a base e permite construir ações com objetivos diferentes. Para um cliente recorrente, por exemplo, pode fazer mais sentido oferecer um benefício para a próxima compra. Já para alguém que está há meses sem comprar, uma condição de reativação pode ser mais adequada. Como usar o Dia do Cliente para estimular a recompra A recompra é uma das principais oportunidades da data porque a empresa já possui algum histórico de relacionamento com esse consumidor. Em vez de começar a jornada de aquisição novamente, o e-commerce pode trabalhar informações que possui para criar uma oferta mais relevante e facilitar uma nova compra. Programas de fidelidade são um exemplo. Segundo a Deloitte, 72% dos consumidores afirmam que esses programas os tornam mais propensos a gastar com uma marca de sua preferência, enquanto 56% dizem aumentar seus gastos por causa deles. O levantamento mostra que os benefícios de fidelização podem influenciar o comportamento de compra quando o consumidor percebe valor na relação com a empresa. No Dia do Cliente, algumas ações podem ser combinadas com esse objetivo: A escolha depende do objetivo da campanha. Uma marca pode querer aumentar o ticket, recuperar clientes inativos, estimular a compra de uma categoria específica ou preparar consumidores para uma nova campanha. O Dia do Cliente oferece espaço para testar essas estratégias sem depender exclusivamente de uma promoção generalizada. Como personalizar a campanha de Dia do Cliente A personalização não significa apenas inserir o primeiro nome do consumidor em um e-mail. Para o e-commerce, uma campanha mais relevante considera informações como frequência de compra, categorias de interesse, ticket médio e histórico de interação. Esses dados ajudam a decidir quem deve receber determinada oferta e qual benefício faz sentido para cada grupo. Uma loja de cosméticos pode, por exemplo, criar uma comunicação para consumidores que compraram determinado produto e já estão próximos do período habitual de reposição. Uma operação de moda pode trabalhar recomendações relacionadas a categorias adquiridas anteriormente. Já uma marca com alta recorrência pode criar benefícios diferentes para clientes que compraram uma, duas ou várias vezes ao longo do ano. A personalização também precisa considerar o canal e o momento da jornada. Uma mensagem para quem abandonou o carrinho não precisa ter a mesma abordagem de uma campanha enviada a um cliente recorrente. Quanto mais clara for a relação entre o histórico do consumidor e a ação proposta, menor a chance de a campanha parecer apenas mais uma comunicação promocional. Frete, prazo e entrega também fazem parte da experiência O benefício oferecido pelo Dia do Cliente pode ajudar a gerar a compra, mas a experiência continua depois do checkout. Frete, prazo e previsibilidade da entrega interferem diretamente na decisão do consumidor e podem comprometer uma campanha que, comercialmente, parecia bem estruturada. Dados do NuvemCommerce 2026, indicam que 57% dos consumidores abandonam o carrinho quando consideram o frete caro, enquanto 35% desistem diante de prazos de entrega longos. Os números mostram que a condição logística não é um detalhe separado da estratégia comercial. Ela pode participar da própria decisão de compra. Por isso, o Dia do Cliente pode ser uma oportunidade para testar benefícios como: A regra principal é que a promessa comercial precisa ser compatível com a capacidade operacional. Oferecer um prazo agressivo ou um benefício de

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Tentativa de entrega não efetuada: como reduzir devoluções e melhorar a experiência do cliente

Quando uma tentativa de entrega não é efetuada, o pedido entra em uma etapa crítica da jornada logística. A encomenda já saiu do estoque, passou pelo transporte e chegou ao destino previsto, mas algum fator impediu a conclusão. A partir desse momento, uma ocorrência que parecia pontual pode gerar uma nova tentativa, mais deslocamentos, custos adicionais e até a devolução do pedido ao remetente. Esse cenário é especialmente relevante na última milha, etapa que concentra desafios como a ausência do destinatário, endereços incompletos, restrições de acesso e imprevistos no trajeto. Segundo a Comissão Europeia, um estudo da Copenhagen Economics estima que 17,3% das entregas domiciliares falham na primeira tentativa porque o destinatário não está em casa. Portanto, lidar com essas ocorrências faz parte da construção de uma operação mais eficiente. Por outro lado, uma falha não precisa representar o fim da jornada. Com informação sobre a ocorrência, comunicação adequada e alternativas para recuperar a entrega, o e-commerce pode aumentar as chances de conclusão do pedido. Nesse contexto, a reentrega aparece como uma nova oportunidade para manter a encomenda em movimento e evitar uma devolução que poderia ser evitada. O que significa tentativa de entrega não efetuada? Uma tentativa de entrega não efetuada acontece quando o pedido chega à etapa final do transporte, mas não pode ser entregue ao destinatário no endereço informado. A causa pode estar relacionada tanto ao consumidor quanto às condições encontradas no local ou a acontecimentos que interferiram na operação. A ausência do destinatário é um dos exemplos mais conhecidos, principalmente nas entregas residenciais. No entanto, ela está longe de ser a única possibilidade. Endereço incorreto, falta de complemento, portaria sem autorização para receber encomendas, restrições de circulação e ocorrências no trajeto também podem impedir a conclusão. Por isso, identificar o motivo da falha é importante antes de definir o próximo passo. Uma nova tentativa pode resolver uma ausência pontual, enquanto um endereço incorreto exige outra tratativa. Da mesma forma, uma restrição de acesso pode tornar mais adequado direcionar a encomenda para uma alternativa de recebimento. Por que uma tentativa de entrega pode falhar? As causas de uma entrega não realizada variam conforme o perfil do endereço, o comportamento do destinatário e as condições da operação. Entre os principais motivos, estão: Cada causa exige uma resposta diferente. Afinal, repetir exatamente a mesma tentativa sem considerar o motivo da ocorrência pode apenas reproduzir o problema. Um estudo publicado na revista Sustainability aponta que entregas que falham na primeira tentativa apresentam maior probabilidade de falhar novamente em tentativas posteriores, com taxas entre 50% e 80%. Assim, a reentrega precisa estar associada à compreensão da ocorrência. A operação deve avaliar o que impediu a conclusão e, a partir disso, definir a alternativa com maior possibilidade de sucesso. O que acontece depois de uma tentativa de entrega não efetuada? Depois de uma tentativa de entrega não efetuada, o pedido pode seguir diferentes caminhos, conforme as regras da operação, a causa da ocorrência e as possibilidades disponíveis para aquele endereço. Uma nova tentativa é uma das alternativas, mas não necessariamente a única. Quando a falha aconteceu porque o destinatário estava ausente, por exemplo, uma segunda tentativa em outro horário pode aumentar a possibilidade de conclusão. Já quando existe um problema no endereço, é necessário corrigir ou validar as informações antes de encaminhar novamente a encomenda. Em determinadas operações, também podem existir alternativas como redirecionamento para outro endereço elegível ou retirada em um ponto de atendimento. Essas opções ampliam as possibilidades de conclusão e podem evitar que toda ocorrência resulte em retorno ao remetente. O ponto central é que a falha precisa ser tratada como uma ocorrência dentro da jornada, e não como um encerramento automático da entrega. Quanto mais rapidamente a operação identifica o problema e define o próximo passo, maior é a possibilidade de preservar o pedido e a experiência do consumidor. Como a falha na entrega impacta o e-commerce? Uma falha na entrega afeta o e-commerce porque acontece depois que uma série de etapas já foi concluída. O pedido foi vendido, separado, expedido e transportado, mas a última etapa não chegou ao resultado esperado. A partir daí, a empresa pode precisar reorganizar recursos para realizar uma nova tentativa ou tratar a devolução. Cada tentativa adicional pode representar mais tempo de operação, ocupação de capacidade e deslocamento. O estudo “Urban Freight Transport: A Review of the Literature and the Case of Belo Horizonte, Brazil” sobre entregas de e-commerce aplicado a capital mineira, publicado na Sustainability, demonstra a complexidade desse cenário ao considerar situações em que um mesmo pacote pode demandar até três tentativas de entrega. Em períodos de maior volume, o impacto pode ser ainda mais perceptível. Durante a Black Friday de 2025, por exemplo, o Procon-SP registrou 2.979 reclamações formalizadas na plataforma Procon-SP Digital. Entre os principais problemas relatados, a não entrega ou entrega com atraso respondeu por 31,62% das queixas. Além do custo operacional, existe o impacto sobre a percepção da marca. Quando o consumidor não recebe o pedido no prazo esperado, precisa acompanhar uma nova tentativa ou não sabe qual será o próximo passo, a experiência pós-compra se torna mais incerta. Por isso, reduzir falhas e tratar rapidamente as ocorrências também contribui para preservar confiança e relacionamento. Como reduzir devoluções após uma entrega não realizada? Reduzir devoluções exige atuar antes que uma falha se transforme em retorno ao remetente. Para isso, a operação pode combinar prevenção, identificação da ocorrência, comunicação e alternativas de entrega. O objetivo é criar condições para que o pedido continue sua jornada mesmo quando a primeira tentativa não foi concluída. A prevenção começa antes da saída da encomenda, com dados corretos e completos no momento da compra. Informações de endereço, complemento e contato precisam estar disponíveis para reduzir problemas que poderiam ser evitados ainda no cadastro. Depois da ocorrência, a informação também passa a ter papel central. O rastreamento permite acompanhar a evolução do pedido e entender quando houve uma interrupção na jornada. Além disso, uma comunicação clara ajuda o consumidor a saber

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Gamificação no e-commerce: como usar jogos e recompensas para vender mais

A gamificação no e-commerce é uma estratégia que passou a fazer parte da rotina de empresas que buscam aumentar o engajamento dos consumidores e vender mais. Muitos varejistas têm transformado ações comuns da jornada de compra em experiências mais interativas, em vez de se limitar a cupons de desconto ou campanhas promocionais tradicionais. Nessas experiências, o consumidor participa, conquista benefícios e cria uma relação mais próxima com a marca. Dessa forma, o processo de compra deixa de ser apenas transacional e passa a estimular envolvimento durante toda a navegação. Essa mudança acompanha a forma de como as pessoas consomem conteúdo no ambiente digital. Segundo a Pesquisa Game Brasil 2025, realizada pela Ask Your Target Market (AYTM), 82,8% dos brasileiros jogam games digitais. Além disso, 88,8% consideram os jogos uma das principais formas de entretenimento. Na prática, isso significa que mecânicas que envolvem pontos, desafios, recompensas, rankings e evolução por etapas fazem parte do cotidiano da maioria dos consumidores. Por isso, quando esses elementos aparecem em uma loja virtual, eles tendem a ser compreendidos com facilidade e despertam interesse de maneira natural. O crescimento desse mercado reforça que essa não é apenas uma tendência passageira. De acordo com a Mordor Intelligence, o mercado global de gamificação movimentou US$29,11 bilhões em 2025. A projeção é alcançar US$112,32 bilhões até 2031, com crescimento médio anual superior a 25%. Esse avanço demonstra que empresas de diferentes segmentos passaram a enxergar a gamificação como uma ferramenta para melhorar a experiência do cliente, fortalecer o relacionamento com a marca e criar jornadas de compra capazes de gerar mais conversões e fidelização. Muito além de um jogo Quando se fala em gamificação, é comum imaginar que o e-commerce precisa criar um jogo completo para atrair consumidores. Entretanto, esse não é o objetivo da estratégia. Segundo a Shopify, a gamificação consiste em utilizar mecânicas inspiradas nos jogos para incentivar comportamentos específicos ao longo da jornada de compra, tornando a experiência mais dinâmica, envolvente e participativa. Isso significa transformar pequenas ações do consumidor em oportunidades de interação. Em vez de simplesmente exibir um formulário para cadastro, por exemplo, a marca pode oferecer uma raspadinha virtual que revela um benefício após o preenchimento dos dados. Da mesma forma, um desconto pode deixar de aparecer automaticamente para ser desbloqueado por meio de uma roleta, de um quiz ou de um desafio simples. O resultado dessa abordagem vai além do entretenimento. Ao participar da experiência, o consumidor tende a dedicar mais atenção à navegação, explorar novos produtos e permanecer mais tempo no site. Além disso, cria-se uma sensação de conquista, fazendo com que o benefício recebido seja percebido como algo obtido pelo próprio cliente e não apenas distribuído pela empresa. A gamificação não precisa estar presente em toda a jornada. Muitas vezes, pequenas interações já são suficientes para aumentar o interesse do consumidor sem prejudicar a experiência de compra. O segredo está em utilizar essas mecânicas de forma estratégica, sempre alinhadas aos objetivos do negócio e ao perfil do público. Por que a gamificação desperta tanto interesse? O sucesso da gamificação está diretamente ligado à forma como as pessoas tomam decisões no ambiente digital. Os jogos trabalham com desafios, objetivos claros, recompensas, sensação de progresso e quando esses mesmos princípios são incorporados ao e-commerce, a compra passa a oferecer experiências que estimulam curiosidade, participação e expectativa. Além disso, existe um fator psicológico importante relacionado à conquista. Receber um desconto automaticamente produz um efeito diferente de conquistá-lo depois de completar uma ação. Quando o consumidor participa de uma dinâmica para desbloquear um benefício, a percepção de valor aumenta, pois existe a sensação de que aquela recompensa foi obtida por mérito próprio. Essa lógica também contribui para reduzir a passividade durante a navegação. O cliente interage com diferentes elementos da loja virtual e consequentemente, aumenta o tempo de permanência no site, cresce o número de páginas visitadas e surgem novas oportunidades para apresentar produtos. Outro benefício importante está na coleta de informações. Diversas ações gamificadas permitem conhecer melhor o consumidor sem tornar esse processo cansativo. Um quiz para recomendar produtos, por exemplo, pode identificar preferências, hábitos de consumo, faixa etária, estilo de vida ou necessidades específicas. Com essas informações, torna-se possível personalizar campanhas futuras e oferecer experiências mais relevantes. Esse cenário ajuda a explicar por que tantas empresas passaram a investir na estratégia. Afinal, a gamificação consegue unir objetivos comerciais e experiência do consumidor em uma mesma iniciativa, incentivando comportamentos que geram valor para ambos os lados. Como usar a gamificação para vender mais Uma das principais vantagens da gamificação é a flexibilidade. Ela pode ser aplicada em diferentes momentos da jornada do cliente, desde o primeiro contato com a marca até ações voltadas para fidelização e recompra. Dessa forma, o e-commerce consegue criar experiências mais interessantes sem alterar completamente sua operação. Entre as estratégias mais utilizadas estão: Embora todas essas iniciativas tenham formatos diferentes, elas compartilham a mesma lógica: incentivar uma ação que seja interessante para o consumidor e, ao mesmo tempo, gere valor para o negócio. Deste modo, a marca cria uma dinâmica capaz de tornar a experiência mais memorável e participativa. A estratégia favorece a geração de leads. Um visitante pode se sentir mais motivado a informar seu e-mail para participar de uma raspadinha do que para preencher um formulário tradicional. Da mesma forma, um quiz pode transformar uma simples busca por produtos em uma oportunidade para coletar informações importantes sobre preferências e comportamento de compra. Essas experiências ajudam a reduzir a sensação de que toda promoção é igual. Enquanto muitos e-commerces continuam utilizando apenas banners e cupons convencionais, ações gamificadas criam diferenciação e aumentam o potencial de engajamento. O benefício oferecido continua sendo importante, mas a forma como ele é conquistado é o que passa a fazer parte da experiência. Um exemplo bastante utilizado é a barra de progresso para frete grátis. Ao visualizar que faltam poucos reais para desbloquear o benefício, os consumidores optam por incluir mais um item no carrinho. Nesse caso, a gamificação contribui diretamente para

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Como vender mais no Dia dos Pais: estratégias para e-commerce

Entender como vender mais no Dia dos Pais em 2026 exige decisões tomadas semanas antes da data, não apenas descontos de última hora. O resultado da campanha depende do estoque preparado, dos produtos certos para cada perfil de pai e de uma entrega que chegue no prazo prometido.  Dia dos Pais: uma oportunidade para o e-commerce O Dia dos Pais segue entre as datas mais relevantes do segundo semestre para o varejo online. Segundo a Abiacom, o e-commerce brasileiro deve movimentar R$10,56 bilhões durante o período em 2026. A NeoTrust Confi e o E-Commerce Brasil confirmam o peso desta data ao mostrar que a edição de 2025 faturou R$7,56 bilhões, com alta de 12,5% sobre o ano anterior e crescimento de 17,9% no volume de pedidos. A data também abre a temporada mais forte do calendário comercial. As quatro principais campanhas do segundo semestre, incluindo Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal, devem injetar R$65,07 bilhões no e-commerce brasileiro. Por isso, o desempenho do e-commerce no Dia dos Pais influencia diretamente a base de clientes que ele levará para as datas seguintes.  Ao mesmo tempo, o consumidor chega mais seletivo à data. De acordo com um levantamento da Nuvemshop, com base em mais de nove milhões de transações, o ticket médio geral recuou 5,4%, para R$269,46. Esse comportamento indica um comprador que pesquisa mais, compara preços e busca desconto antes de fechar a compra.  Quando começar o planejamento para vender no Dia dos Pais? As datas sazonais não toleram improviso. Portanto, quanto antes a campanha começar, maior será a margem para testar anúncios, ajustar o mix de produtos e negociar prazos com fornecedores em um cenário em que o planejamento precisa cobrir três frentes ao mesmo tempo: calendário de campanha, estoque e logística de entrega. O calendário de campanha define quando lançar a página temática, quando concentrar mídia paga e quando encerrar a venda de produtos personalizados, que exigem mais tempo de produção. Já o estoque precisa considerar o histórico de vendas da data anterior e um volume mínimo de segurança para as categorias com maior procura. Por fim, a logística determina se o prazo prometido no site é realista, considerando produção, despacho e transporte até o cliente. Quem organiza essas três frentes com antecedência transforma o Dia dos Pais em pico de faturamento. Por outro lado, quem deixa para a última semana disputa preço com concorrentes e ainda corre risco de atraso na entrega. O que vender no Dia dos Pais? Escolher o mix certo é parte estratégica do planejamento, e não basta repetir o que vendeu bem no ano anterior. As categorias com bom desempenho recente para a data incluem: Além das categorias, é importante segmentar a oferta por perfil de pai, o que ajuda o consumidor a decidir mais rápido. Um pai aventureiro busca itens como mochilas e kits para trilha. E um pai gamer se interessa por controles, headsets e gift cards. Um pai tecnológico procura smartwatches e acessórios para smartphone. Já um pai churrasqueiro valoriza kits de faca, tábuas gravadas e aventais personalizados. Como criar ofertas, kits e campanhas para a data Os kits resolvem a dúvida do consumidor sobre o que dar de presente e, ao mesmo tempo, aumentam o ticket médio da compra. Para funcionar bem, o kit precisa combinar produtos que se complementam, ter boa margem e comunicar um benefício claro, ao invés de apenas juntar dois itens no mesmo pacote. Descontos progressivos, frete reduzido acima de um valor mínimo e brindes limitados para os primeiros compradores também ajudam a converter durante o Dia dos Pais. Como o ticket médio geral tem recuado, oferecer um benefício de frete e prazo competitivo pode pesar ainda mais na decisão do que um desconto direto no produto. Como melhorar a experiência de compra A data reúne dois fatores importantes na decisão de compra: o apelo emocional do presente e a praticidade da compra em si. Por isso, a loja precisa facilitar a navegação com filtros, páginas temáticas organizadas e informações claras sobre prazo de entrega antes do checkout. Avaliações, depoimentos e políticas de troca visíveis também aumentam a confiança do consumidor, especialmente para quem ainda não comprou naquela loja. Quanto mais transparente for o processo, menor a chance de o cliente abandonar a compra por insegurança. Frete, prazo e entrega: pontos que influenciam a conversão O Dia dos Pais costuma concentrar boa parte das compras na última semana antes da data. Nesse período, o consumidor tem pressa e avalia com atenção redobrada o prazo de entrega e o valor do frete. Se o envio parecer caro ou demorado, a venda não se completa. Uma operação de última milha bem estruturada ajuda a sustentar prazos mesmo com o volume de pedidos concentrado nos últimos dias. Soluções como ship from store e entregas rápidas aproximam o pedido do consumidor e reduzem o tempo de trajeto justamente na semana em que o prazo pesa mais na decisão de compra. O rastreamento em tempo real e a roteirização inteligente complementam para a efetividade da operação, dando mais visibilidade sobre cada etapa da entrega. Como evitar abandono de carrinho no Dia dos Pais Segundo o estudo E-commerce Radar, a taxa de abandono de carrinho no e-commerce já ultrapassa 80%. Em datas sazonais como o Dia dos Pais, esse cenário tende a se intensificar, porque o consumidor está mais sensível a prazo e a custo total no checkout. Entre os principais motivos de abandono estão: Para reduzir esse abandono é necessário agir em conjunto sobre esses pontos. Assim,  mostrar o valor do frete e o prazo já na página do produto elimina parte das surpresas no checkout. Além disso, manter o rastreamento visível para o cliente reduz a ansiedade durante a última semana antes da data, quando a maior parte das compras se concentra. Pós-venda: como transformar compradores sazonais em clientes recorrentes A venda não termina na entrega. Um pós-venda bem estruturado ajuda a transformar quem comprou apenas para o Dia dos Pais em cliente recorrente ao

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Frete caro no e-commerce: como reduzir o impacto na conversão

Muitas vendas no e-commerce não são perdidas pelo produto ou pelo preço anunciado na vitrine. Elas são perdidas no check-out, quando o consumidor se depara com um frete caro, um prazo longo ou uma entrega em que não confia. Segundo o Baymard Institute, a taxa média global de abandono de carrinho gira em torno de 70%. Além disso, custos extras como frete, impostos e taxas estão entre os principais motivos citados pelos compradores no momento da desistência.  O frete caro raramente é um problema isolado de precificação. Na maior parte dos casos, ele reflete a estrutura logística que sustenta o pedido. Fatores como distância entre estoque e cliente, prazo de entrega, flexibilidade das opções e previsibilidade da operação de última milha explicam esse valor. Por exemplo, quando o pedido sai de um centro de distribuição distante da região do cliente, o custo de transporte sobe. A empresa normalmente repassa esse valor ao frete cobrado no checkout.  Além disso, a flexibilidade de entrega interfere nesse cálculo. Uma operação com apenas uma modalidade de frete, sem opções de prazo ou de custo, tende a cobrar um valor médio mais alto. Esse valor precisa cobrir toda a variação de distância e urgência dos pedidos. Por outro lado, uma operação com múltiplas origens de despacho e diferentes prazos consegue ajustar o custo à real necessidade de cada entrega. Reduzir o frete caro não depende apenas de conceder descontos no check-out.Depende de revisar de onde o pedido sai e quanto ele percorre até chegar ao consumidor, além de quanta visibilidade a empresa tem sobre cada etapa desse trajeto. Esses três pontos determinam boa parte do valor final cobrado no frete e, por isso, exigem mudanças na operação, não apenas no preço exibido na tela. O que o consumidor avalia além do preço Pesquisas recentes sobre comportamento de compra mostram que o frete caro é apenas uma das dimensões que levam ao abandono de carrinho. Prazo e confiança na entrega pesam tanto quanto o valor cobrado: Esses números mostram que o consumidor avalia a entrega como um conjunto: preço, prazo e confiança influenciam a decisão de compra em conjunto, não isoladamente. Um frete com valor razoável, mas sem prazo claro ou rastreamento confiável, ainda gera abandono. Da mesma forma, um prazo curto não compensa um frete que o consumidor considera fora da faixa aceitável para aquele tipo de produto. Esse cenário ganha peso à medida que o e-commerce brasileiro cresce. A Abiacom projeta que o setor deve movimentar R$259,08 bilhões em 2026 e R$284,98 bilhões em 2027. Com esse volume, cada ponto de atrito relacionado ao frete caro passa a representar uma perda de conversão maior em termos absolutos. Isso acontece porque o mesmo percentual de abandono afeta um número cada vez maior de pedidos. Como a última milha reduz o impacto do frete caro Parte da solução para o frete caro está na forma como a empresa estrutura a última milha. Além disso, alguns fatores têm impacto direto no custo e na percepção de valor da entrega: Frete competitivo não significa frete grátis Frete competitivo não significa, necessariamente, entrega mais rápida a qualquer custo ou frete gratuito. Pesquisas da McKinsey mostram que 90% dos consumidores aceitam esperar de dois a três dias pela entrega, principalmente quando isso evita custos adicionais de frete. Essa aceitação depende, porém, de a empresa cumprir a promessa de prazo com consistência.  A transparência durante o processo também influencia essa percepção. O E-Commerce Brasil aponta que 93% dos usuários esperam atualizações proativas sobre o status do pedido. Além disso, 47% não voltariam a comprar de uma loja que não oferece visibilidade clara da entrega. Frete e prazo justos perdem parte do efeito quando o consumidor não sabe o que está acontecendo com o pedido entre a compra e a entrega. Por isso, o rastreamento e a comunicação sobre o status do pedido funcionam como parte do valor percebido do frete, não como um recurso adicional. Isso indica um caminho diferente do desconto direto. Ao invés de reduzir o preço do frete a todo custo, a operação pode investir em previsibilidade e comunicação. Esses dois fatores também reduzem o abandono de carrinho sem pressionar a margem da venda.  Avalie a estrutura logística por trás do seu frete  Reduzir o impacto do frete caro na conversão passa por reorganizar a estrutura logística por trás de cada pedido: origem do despacho, roteirização, rastreamento e flexibilidade de prazo. Não perca tempo! Fale com os especialistas da Eu Entrego e avalie como aproximar seu estoque do consumidor pode fazer parte dessa mudança.

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Canetas emagrecedoras e o novo desafio da logística farmacêutica 

As canetas emagrecedoras ganharam espaço no varejo farmacêutico e se tornaram um dos principais temas do setor de saúde nos últimos anos. No entanto, o impacto desse movimento vai além do aumento das vendas. À medida que cresce a procura por medicamentos dessa categoria, também aumenta a necessidade de operações logísticas preparadas para atender um mercado mais exigente. Segundo um levantamento da Close-Up International, divulgado pelo Panorama Farmacêutico, os medicamentos agonistas de GLP-1 movimentaram R$13,3 bilhões nos 12 meses encerrados em maio de 2026. O estudo aponta ainda que o Mounjaro liderou o mercado em faturamento e unidades vendidas, evidenciando a rápida expansão dessa categoria. Nesse cenário, a logística farmacêutica passa a assumir um papel ainda mais estratégico. Produtos de maior valor agregado, requisitos específicos de armazenamento definidos pelos fabricantes e consumidores que esperam rapidez e transparência tornam a última milha um fator decisivo para a experiência de compra. O crescimento das vendas das canetas emagrecedoras amplia os desafios da logística O avanço das canetas emagrecedoras acompanha uma transformação mais ampla no varejo farmacêutico. Cada vez mais consumidores utilizam canais digitais para pesquisar, comprar e receber medicamentos em casa. Esse movimento aparece nos números da Abrafarma. Entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, o faturamento das farmácias no ambiente digital cresceu 54,8%, ultrapassando os R$20 bilhões pela primeira vez. Além disso, o comércio eletrônico passou a representar 18% das vendas das redes associadas. Como consequência, farmácias e varejistas precisam administrar volumes maiores de pedidos sem perder eficiência, previsibilidade e qualidade na entrega. Ao mesmo tempo, categorias de alto valor exigem uma operação preparada para acompanhar toda a jornada do pedido, desde a separação até a entrega ao consumidor. Produtos de alto valor exigem mais controle na última milha Quando um consumidor compra um medicamento, espera receber o produto dentro do prazo informado e em condições adequadas para utilização. Por isso, operações envolvendo medicamentos de maior valor exigem processos capazes de oferecer rastreabilidade, confirmação de entrega e acompanhamento da jornada logística. Além disso, alguns medicamentos agonistas de GLP-1 possuem orientações específicas de armazenamento descritas em bula, incluindo conservação refrigerada entre 2 °C e 8 °C, proteção contra luz e cuidados para evitar congelamento. Esses requisitos reforçam a importância de uma operação logística organizada e alinhada às recomendações do fabricante. Nesse contexto, a visibilidade sobre cada etapa da entrega contribui para reduzir riscos operacionais e aumentar a confiança de empresas e consumidores. Agilidade precisa caminhar ao lado da previsibilidade No varejo farmacêutico, a rapidez continua sendo importante. Entretanto, entregar rapidamente não é suficiente quando o consumidor depende de informações claras sobre o andamento do pedido. Além da velocidade, empresas precisam oferecer previsibilidade, comunicação e rastreamento durante toda a jornada. Esse cuidado torna-se ainda mais relevante porque a própria Anvisa ampliou o controle sobre os medicamentos agonistas de GLP-1. Desde junho de 2025, farmácias e drogarias devem reter a receita para a dispensação desses medicamentos. Em 2026, a Agência também reforçou alertas sobre o uso desses produtos apenas nas indicações aprovadas e sob acompanhamento de profissional habilitado. Embora essas medidas estejam relacionadas à dispensação e ao uso dos medicamentos, elas demonstram que toda a cadeia, incluindo a logística, deve operar com responsabilidade e atenção aos processos. Farmácias ampliam seu papel como hubs de conveniência O crescimento do e-commerce farmacêutico também fortalece um modelo que aproxima as lojas físicas dos consumidores. Cada vez mais farmácias atuam como pontos de expedição para pedidos online, reduzindo distâncias e permitindo entregas mais rápidas em áreas urbanas. Esse formato torna a operação mais flexível e ajuda varejistas a atender diferentes regiões utilizando estoques distribuídos. Como resultado, a última milha ganha ainda mais importância para garantir eficiência e uma experiência consistente. Além disso, a expectativa é que a categoria continue crescendo. Em maio de 2026, a Anvisa aprovou o Ozivy, primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao Ozempic autorizada para comercialização no Brasil, ampliando as opções disponíveis no mercado nacional. Como a Eu Entrego apoia a logística farmacêutica À medida que aumenta a demanda por medicamentos de alto valor, cresce também a necessidade de operações logísticas mais conectadas, rastreáveis e eficientes. A Eu Entrego apoia esse cenário como operadora logística de última milha, utilizando tecnologia proprietária para oferecer mais visibilidade durante a jornada de entrega. Essa combinação entre operação especializada e tecnologia ajuda empresas a atender consumidores que esperam uma experiência de compra segura desde a confirmação do pedido até a entrega. A logística acompanha a evolução do mercado farmacêutico O crescimento das canetas emagrecedoras mostra como novas categorias podem transformar a dinâmica do varejo farmacêutico. À medida que aumenta a demanda por produtos de maior valor e maior complexidade operacional, a logística passa a exercer um papel ainda mais estratégico. Além de cumprir prazos, a última milha precisa oferecer rastreabilidade, previsibilidade e eficiência para apoiar empresas, fortalecer a confiança dos consumidores e acompanhar a evolução do mercado de saúde. Conheça as soluções da Eu Entrego para o setor farmacêutico A Eu Entrego combina operação logística de última milha e tecnologia proprietária para oferecer mais eficiência, visibilidade e flexibilidade às entregas do setor farmacêutico. Fale com os nossos especialistas e descubra como podemos apoiar a operação da sua empresa. Entregue mais rápido

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