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Com Inteligência Artificial e economia colaborativa, logística aproxima empresas de clientes

Por João Machado* Independentemente da utilização, ou não, de tecnologia em seus processos, o grande desafio da logística sempre foi levar produtos a diferentes pontos de forma rápida, eficiente e, sobretudo, econômica. O surgimento de soluções tecnológicas intensificou essa busca, fazendo com que diferentes recursos fossem planejados e desenvolvidos para tentar otimizar o setor. Entretanto, é com a popularização da Inteligência Artificial (IA) e a consolidação da economia colaborativa que as empresas são capazes, finalmente, de atingir esse objetivo e garantir entregas melhores à população. A presença da IA na logística deve se intensificar nos próximos anos. Pesquisa recente conduzida pela consultoria McKinsey estima que a implementação dessa tecnologia na cadeia de suprimentos pode promover ganho de até US$ 2 trilhões por ano nas corporações em todo o mundo. Além disso, quando bem utilizada nos processos de armazenamento, permite automação de até 30% das tarefas rotineiras, possibilitando maior eficiência, praticidade e produtividade às empresas envolvidas. Hoje, podemos afirmar que estamos no começo de uma verdadeira revolução na logística. Diversas ferramentas surgem a todo instante para resolver os problemas do setor. Evidentemente, o varejo é uma das principais áreas beneficiadas com esse movimento e, uma vez que tudo esteja digitalizado, a IA certamente vai ajudar a melhorar essa questão. Entre as diversas aplicações, uma que já é realidade no Brasil é justamente a otimização de distribuição de estoque. Ao entender o comportamento de consumo por meio da análise de dados e identificação de padrões, é possível prever a demanda e preparar a logística de tal forma que se permita, por exemplo, deslocar o estoque de determinados produtos para lojas próximas ao consumidor, otimizando o sistema de entrega. Também é possível prever quando e onde será necessária maior quantidade pessoas para executar o serviço, uma vez que a utilização de drones e carros autônomos, já em testes lá fora, ainda é fruto mais da imaginação do que algo viável para os profissionais daqui. Neste sentido, juntar IA com a proposta da economia colaborativa é uma opção interessante para as empresas. O conceito é uma realidade já estabelecida em todos os setores — e na logística não é diferente. Plataformas de crowdshipping têm conquistado seu espaço nas modalidades de entrega por aqui e no exterior; com o auxílio de IA, elas podem traçar rotas otimizadas para motoristas parceiros que prestam esse serviço e estejam próximos dos pedidos. Em um passo seguinte, essas tecnologias terão a possibilidade de alavancar o modelo on my way (“no meu caminho”, em tradução livre). Ou seja, qualquer pessoa que faz o mesmo trajeto em sua rotina, como ir da casa para o trabalho, é qualificada para ganhar uma renda extra fazendo entregas pontuais durante o percurso. É uma alternativa interessante tanto para o usuário, que pode obter renda extra sem ter que atrapalhar seu dia a dia para isso, quanto para as companhias, que conseguem ampliar a rede de parceiros e cumprir essa tarefa em pouco tempo. Até porque hoje o cliente quer comodidade e preço em todas as relações comerciais em que se envolve. No caso da logística, comodidade diz respeito a ter o produto o mais rápido possível em sua casa. Preço, por sua vez, tem a ver com a condição comercial; isso inclui, obviamente, o custo de entrega. Prevendo-se o comportamento do consumidor, é possível antecipar a demanda ao trazer o item mais perto do destinatário. Isso reduz sensivelmente o prazo (de dias para minutos, em alguns casos) e o próprio valor do serviço. O importante é salientar que a IA é o grande ponto de evolução da logística nos próximos anos. Os modelos futuristas, como carros autônomos, drones e robôs, ainda estão distantes da realidade brasileira. O foco, portanto, deve ser na digitalização dos processos logísticos a fim de que o setor possa evoluir e oferecer condições vantajosas. Até porque, para chegarmos ao cenário robotizado, é essencial cumprir esse grande passo antes. Em um mundo onde os dados digitais se transformaram nos principais ativos que as corporações possuem, saber trabalhar com eles pode determinar o sucesso do negócio. Soluções de IA ganham espaço justamente por oferecer essa possibilidade de forma prática e automatizada, trazendo insights valiosos para a tomada de decisão. No caso da logística, é a capacidade de otimizar um dos principais setores para a economia nacional, permitindo a ampliação das categorias de entregas e garantindo que o produto chegue ao ponto final do jeito que o consumidor espera e deseja. *João Machado é co-founder da Eu Entrego, plataforma de intermediação de entregas.

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Entrega em horas: uma iniciativa omnichannel que fideliza clientes e aumenta a recorrência nas compras

Desde a pandemia em 2019, o consumidor 4.0 estabeleceu novos padrões de exigência para realizar compras na internet. Quando praticamente todas as pessoas se viram em uma situação onde comprar online era a única opção, comércio eletrônico no geral, atingiu públicos que eram adeptos apenas a compras em lojas físicas, uma pesquisa da Exame, afirma que mais de treze milhões de pessoas fizeram a primeira compra online nesse período. Boa parte dessas pessoas, continuou comprando online mesmo após o retorno do atendimento presencial, e questionamentos como “o que vai diferenciar um e-commerce do outro?” ou “qual será meu benefício em comprar nesta loja?” passaram a ser frequentes na cabeça do consumidor, mesmo daqueles que até 5 anos atrás, nunca haviam comprado nada pela internet. Uma coisa que não é novidade pra ninguém: o que dita se um consumidor vai continuar a comprar naquela loja, é o quanto ele se sentiu satisfeito durante a jornada de compra, e isso vai depender de uma série de fatores. Bons anúncios, preço, facilidade no pagamento, velocidade do site, variedade de opções… tudo isso faz a diferença, mas há fatores que são cruciais e decisores na hora de alguém determinar se a experiência foi boa ou ruim, e o que acontece depois da compra, é o principal deles. Experiência de entrega A experiência de entrega é uma das coisas mais preciosas do pós-venda. A partir dela, o consumidor pode se tornar um promotor ou detrator da marca. Quem nunca fez uma compra e ficou atualizando o link de rastreamento várias vezes no mesmo dia na expectativa de uma nova atualização, não é mesmo? A partir daí, não poderia ser diferente: as entregas se tornaram uma das maiores prioridades. Além da variação nos preços, os prazos mais curtos são a chave para a decisão de compra. Segundo o Terra, 95% dos brasileiros valorizam a velocidade na entrega, muitas vezes, mais que o próprio preço competitivo. E como nós sabemos, adaptações são sempre necessárias, pois quem sai à frente sempre se destaca, o mercado começou a apostar na omnicanalidade como oportunidade para oferecer entregas mais rápidas, e é aí que entram as entregas Ship From Store. Entregas Ship From Store Transformar as lojas físicas em pequenos hubs para atender a demanda de entregas na região foi a grande sacada genial que trouxe economia de dinheiro (evitando grandes deslocamentos na realização do last mile) e tempo (já que o transporte precisa seguir seu curso e processos). As compras feitas no site, são direcionadas para a loja mais próxima da casa daquele cliente, e os produtos saem da loja, direto para a sua casa. Isso, além de possibilitar custos de frete mais baixos, trouxe prazos mais rápidos. A compra é feita e entregue em poucas horas, atendendo a necessidade urgente de um cliente que, muitas vezes, precisa daquele produto para o mesmo dia e não teve tempo ou recursos para se deslocar até a própria loja. Hoje, nós oferecemos serviços nessa modalidade para grandes empresas do varejo brasileiro, ajudando-as a conquistar os clientes através de um last mile mais rápido e eficiente, com entregas a partir de 2 horas. As entregas são realizadas por um dos mais de 800 mil motoristas cadastrados em nossa base, através de uma plataforma desenvolvida pelo nosso time de tecnologia. Os pedidos são recebidos via integração, roteirizados de forma automática e ofertados para a nossa base, e em instantes um entregador já está pronto para a coleta e entrega. Além disso, uma das muitas funcionalidades da nossa plataforma, é oferecer para os nossos clientes, o status da operação de forma macro, ou detalhada, já que ela consolida e atualiza todas essas informações em tempo real. Quer saber mais? Fale com o nosso time de vendas e transforme a experiência de entrega dos seus clientes com a gente! Eu Entrego

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4 dicas de quem entende de e-commerce

Executivos de negócios, como a Giuliana Flores, dizem como fazem para manter o ritmo de vendas, mesmo sem aquela avalanche de vendas e promoções por todos os lados que a Black Friday promove     Por Mariana Missiaggia 05 de Dezembro de 2019 às 11:00   | Repórter mserrain@dcomercio.com.br Neste período pós Black Friday, muitos lojistas que não tem a internet como aliada principal nas vendas tradicionais podem aproveitar para seguir com boas estratégias e manter o movimento online dos negócios.  Mesmo sem aquela avalanche de vendas e promoções por todos os lados, o ritmo de compras de fim de ano pode ser propicio para o aumento de tráfego e a conversão em vendas. É importante ficar atento a todos os cadastros novos feitos no período de Black Friday e os tipos de produto e pagamentos escolhidos. A partir dessas informações é possível usar esses dados para manter contato com o cliente e mostrar os benefícios de algumas compras e nichar seu público.  Veja o que algumas empresas já consolidadas pensam sobre o assunto e como fazem para manter o fluxo de visitas on-line durante o ano todo:  Clóvis Souza, presidente da Giuliana Flores:  “Uma loja virtual precisa estar preparada nos 360. Começando por estar com o site apto a receber um grande volume de acessos, não ter lentidão e nem ficar fora do ar. Também é preciso estar com o Televendas e com o SAC preparados para receber um maior volume de atendimentos e estar a par das promoções especiais para atender aos clientes com excelência.   As ofertas precisam ser pensadas com atenção para oferecermos bons descontos sem afetar as margens. Além disso, ter atenção no estoque e, por fim, planejar a logística para não ter problemas de separação e atrasos nas entregas. Como trabalhamos com flores, temos também a sazonalidade que, nesse caso, vem ao nosso favor, estamos saindo da primavera e entrando no verão, então conseguimos negociar diversas flores com um custo melhor, podendo ofertar também alguns dos produtos queridinhos dos clientes”.  Eduardo Fregonesi, CEO da Synapcom:  “O cliente recorre ao online em busca de informações e e/ou compra, e essa busca vem numa crescente constante. Todo esse movimento exige por parte do varejo a criação de processos e soluções tecnológicas, aumentando a eficiência, agregando inovação e oferecendo ao cliente uma experiência de consumo relevante, fazendo com que ele sinta-se fidelizado pela marca. Outro ponto a ser destacado é como a indústria vem entendendo esse movimento e cada vez mais se digitalizando, tornando-se, também, varejo e entendendo melhor seu público final e o que fazer para atraí-lo e fazer dele um brand lover.  Importante destacar que a transformação digital vai muito além de tecnologia, o principal desafio são pessoas e processos. A convergência de canais é essencial para alavancar as vendas. Agrada aos olhos do consumidor comprar online e retirar no ponto físico ou vice-versa. Você dá a ele a opção de escolher o que convém a sua rotina. Além de oferecer vantagens, como retirar no físico e não pagar frete, você levando o cliente ao offline induz o contato dele a novas promoções e convertendo vendas tanto no físico quanto no online”.   Renan Mota, Co-Fundador da CoreBiz:   “Em poucos anos, o mundo mudou drasticamente, temos mais gente com celular do que esgoto tratado, por exemplo. Com isso, o cliente ficou ainda mais no controle das escolhas, ele pode escolher se compra de uma empresa ou outra apenas com um clique, pode escolher se compra via site, presencialmente, telefone e até por voz. Com essa mudança da expectativa do cliente, dois novos conceitos vieram à tona: omnichannel e customer centric.  O primeiro visa ter as mais diversas possibilidades de relacionamento entre empresa e consumidor e a segunda que está plenamente ligada a primeira que entende que o cliente está no centro de todas as operações da empresa. Só com esses dois conceitos, todas as empresas têm se transformado muito para conseguir atender esse novo consumidor. A expectativa do consumidor é de se relacionar com a empresa e não apenas com o canal de venda, ou seja, se a empresa não entrega uma experiência omnichannel como retirada em loja, compra na loja de estoque virtual, comprar pelo app etc, o consumidor pode não encontrar a jornada que mais lhe agrada e é nesse momento que a empresa pode perder vendas para o concorrente que já está preparado. Além disso se a empresa já está operacionalmente preparada, ela pode utilizar disso para aumentar sua margem, dando um desconto maior por exemplo quem for retirar (para descongestionar a operação logística) ou fazendo promoção juntamente com um parceiro se utilizando de integração de marketplace. As possibilidades são inúmeras, mas a empresa só conseguirá fazer se estiver preparada”.  Vinicius Pessin, CEO da Eu Entrego:   “A particularidade da nossa operação, visto que somos uma rede autônoma, é que conseguimos crescer, escalar sem aumentarmos nossos custos fixos. Esse é um dos grandes diferenciais de uma rede de crowdshipping. Nossa plataforma garante toda qualidade porque ela tem capacidade de crescer para acompanhar essa sazonalidade”.  Matéria publicada em: Diário do Comércio

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Crowdshipping: uma nova forma de entregas urbanas

O Prof. Bo Zou da Universidade de Chicago esteve no Brasil para apresentar seus estudos sobre Crowdshipping ou entregas urbanas realizadas por indivíduos comuns (crowdsourcees) que caminham, de bicicleta ou dirigem para fazer a entrega. Professor Bo Zou mostrou como o Crowdshipping está se desenvolvendo pelo mundo e, em sua opinião, é o único modelo capaz de realizar entregas no mesmo dia com preços razoáveis e com redução de trânsito e poluição Mr. Bo aponta que o crescimento explosivo do comércio eletrônico. Em todo o mundo, as vendas on-line totais atingiram US $ 1,915 trilhões em 2016, mais de 6 vezes as de 2009. Mas consequentemente o aumento do tráfego de caminhões urbanos cresceu exponencialmente, causando muitas consequências negativas: congestionamento, poluição, desgaste de estradas, escassez de espaço de estacionamento de caminhões, etc. Por outro lado, o desenvolvimento de comunidades urbanas sustentáveis, o que requer uma redução significativa do tráfego de caminhões, restrições nos horários de entregas, rodízios e introdução de zonas de baixa emissão de poluentes, dificultam mais ainda o desafio das transportadoras tradicionais. O Crowdshipping surge como principal alternativa, onde os clientes ordenam e rastreiam os embarques através de dispositivos móveis, os provedores de serviços de entrega (DSP) transmitem informações de envio para crowdsource via dispositivos móveis, que por sua vez executam a entrega em seu caminho ou redondezas do seu trabalho ou residência. Tudo pode ser feito em tempo real e a baixo custo. No Brasil o Eu Entrego é o primeiro DSP (Delivery Service Provider) que utiliza o conceito de crowdshipping. Quer saber mais sobre o modelo?

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5 motivos para terceirizar as entregas da sua empresa

Primeiro, foi possível pedir táxi por meio de aplicativos no celular. Depois, comida. Por fim, reservar casas no Brasil e no exterior e encontrar caronas – tudo a poucos toques na tela do smartphone. Mais recentemente outro setor se adequou às facilidades dos apps de dispositivos móveis: a entrega de encomendas, seja para empresas ou cidadãos comuns. As plataformas de entregas compartilhadas já são uma realidade por oferecerem uma alternativa eficiente e ágil à logística, utilizando pessoas para fazer as remessas a partir de pedidos gerenciados e emitidos pelo smartphone. Ainda assim, existem empresas que possuem dúvidas. Confira cinco motivos que explicam porque este serviço pode ser terceirizado. 1 – Geração de mais empregos para um mesmo serviço Quem opta em montar um serviço de delivery próprio em sua empresa é obrigado a contratar um número determinado de entregadores. Esses profissionais ficam disponíveis apenas para a companhia e realizam todas as tarefas. Ou seja, o número de empregos gerados será limitado. Em contrapartida, quem resolve terceirizar este serviço com uma plataforma especializada, indiretamente apoia um número maior de profissionais, que enxergam nas entregas uma forma de trabalhar como autônomos e independentes. 2 – Sem custo de aquisição e manutenção de veículos de transporte Contratar profissionais é apenas parte das despesas. Afinal, é necessário adquirir meios de transporte, como carros, caminhões e motos, e realizar a devida manutenção preventiva desses veículos. Quem terceiriza as entregas fica livre deste custo, uma vez que os entregadores são livres para escolher a melhor forma de realizar suas entregas, seja a pé, de bicicleta, de moto, carro ou até transporte público. 3 – Despreocupação com a gestão de frota e de colaboradores A entrega de produtos é uma das principais preocupações das empresas quando o assunto é relacionamento com o cliente. A companhia que se dispõe a realizar este serviço sabe que precisa fazer a entrega em um prazo rápido e com máxima qualidade – caso contrário, enfrentará reclamações de clientes. O problema é que fazer a gestão de frota é complexo e trabalhoso por cruzar diferentes informações, tabela de horários e rastreamento dos profissionais. O ideal, portanto, é contar com o apoio de uma empresa especializada em delivery, capaz de atender todas as demandas rapidamente. 4 – Redução de investimento em soluções e equipes Realizar entregas com equipe própria demanda da empresa um incremento no quadro de funcionários, com profissionais que gerenciam e organizam todos os processos logísticos. Além disso, as despesas também aumentam com o necessário investimento em recursos e soluções que realizam as tarefas planejadas. Por sua vez, a terceirização resulta em apenas um custo total de parceria com a plataforma de entrega compartilhada, possibilitando uma economia importante a curto, médio e longo prazo. 5 – Ideal para todos os tipos de empresa Por fim, as soluções de entrega compartilhada também conseguem atender as necessidades das pequenas empresas. É possível fazer um projeto de acordo com o tamanho e objetivos da área, garantindo que as entregas sejam feitas com qualidade e sem qualquer preocupação para o pequeno empresário. * Vinícius Pessin é CEO e CoFounder da Eu Entrego.

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