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NRF 2026 e a logística no varejo: o que o Brasil pode aplicar na experiência de compra e entrega

A National Retail Federation 2026 consolidou uma mudança clara no varejo global: execução imediata com impacto mensurável. A discussão sobre NRF 2026 e a logística no varejo mostra que inovação deixou de ser um teste isolado e passou a integrar processos críticos, margem e operação. O conceito de Next Now reforça que decisões precisam ser implementadas agora, com indicadores objetivos de resultado. A Inteligência Artificial esteve no centro das discussões da NRF 2026. Dados apresentados no evento indicam que 40% dos consumidores já utilizaram IA no processo de compra online, principalmente na etapa de descoberta. Esse comportamento exige que varejistas preparem catálogos, dados e regras de negócio para ambientes mediados por agentes, além de garantir que a jornada de compra seja consistente até a entrega. Pagamentos também foram tratados como um pilar estratégico. Foram destacadas tokenização, orquestração por IA e checkouts invisíveis como mecanismos para reduzir abandono e aumentar conversão. No Brasil, apontado como mercado avançado em pagamentos digitais, a oportunidade está em conectar essas soluções à operação logística, evitando ruptura entre confirmação da compra e experiência de entrega. O que o varejo brasileiro pode aplicar na prática Com base nos debates da NRF 2026, alguns direcionamentos são aplicáveis imediatamente à realidade dos e-commerces brasileiros: Esses pontos convergem para uma exigência operacional: sincronização entre canais, dados e entrega. Sem integração entre e-commerce, loja e logística, a experiência prometida na interface não se sustenta na execução. A omnicanalidade exige integração Integração de dados em tempo real, alinhamento de estoque e padronização de regras são pré-requisitos para o funcionamento de uma operação omnichannel. Quando a atualização de status é inconsistente ou o prazo prometido não é cumprido, a conversão futura é impactada e o custo de atendimento aumenta. A logística reversa também deixou de ser elemento secundário. Circularidade, recommerce e devolução estruturada foram apresentados como parte do desenho operacional. Dentro do debate sobre NRF 2026 e a logística no varejo, ficou claro que eficiência operacional e experiência precisam evoluir de forma integrada.  Deste modo, fica evidente que a última milha precisa operar no mesmo nível de maturidade que pagamentos e marketing. A promessa de compra só se concretiza na entrega. Execução operacional define competitividade A NRF 2026 e a logística no varejo apontam para uma agenda objetiva. Preparar dados, integrar sistemas e estruturar logística não é diferencial, é requisito competitivo. Varejistas que conectam tecnologia à execução conseguem reduzir variabilidade, proteger margem e sustentar crescimento em um ambiente de maior exigência do consumidor. “2026 é o ano de colocar IA, dados e automação para trabalhar a favor de margem e experiência, com o varejo voltando a ser, antes de tudo, sobre pessoas.” Disse Vinicius Pessin, CEO da Eu Entrego. Prepare sua última milha para o Next Now A Eu Entego conecta e-commerces e varejistas a maior rede de entregadores autônomos do Brasil, com rastreamento em tempo real, roteirização inteligente e logística reversa estruturada. Se sua operação precisa escalar com previsibilidade e controle na última milha, fale com a Eu Entrego.

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Logística Reversa Eficiente: mais que devolução, é eficiência na jornada do produto

A logística reversa eficiente é o processo de retorno de produtos do consumidor final para a empresa de origem. Esse movimento acontece por diversos motivos: trocas, devoluções, produtos com defeito, recall, reuso de embalagens ou descarte ecológico. Ao contrário da logística tradicional, que vai do centro de distribuição até o cliente, aqui o fluxo se inverte, proporcionando maior controle e sustentabilidade. Esse processo é essencial para o bom funcionamento do pós-venda, para garantir a satisfação do consumidor e, cada vez mais, para atender às exigências ambientais e legais. No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) tornou a logística reversa obrigatória em alguns casos, como eletroeletrônicos, embalagens e medicamentos. Dados da lei confirmam que a logística reversa eficiente não é uma opção, mas uma obrigação legal.  Segundo o Governo Federal, a logística reversa eficiente tem avançado no Brasil e contribuído diretamente para a preservação ambiental. Em 2020, o país bateu recorde reciclando 97,4% das latas de alumínio comercializadas, um dos melhores índices do mundo.  Além de cumprir com a legislação, investir em logística reversa eficiente contribui para a imagem da marca, reduz desperdícios, facilita o reaproveitamento de materiais e reforça o compromisso com a sustentabilidade. Como reduzir logísticas reversas desnecessárias no e-commerce A logística reversa eficiente traz impactos operacionais e financeiros. No Brasil, estima-se que cerca de 5% dos custos logísticos sejam destinados a esse processo. Nos Estados Unidos, esse número gira em torno de 4%. E, no e-commerce, as devoluções são ainda mais frequentes. Segundo o Business Insider, 25% a 30% das compras online são devolvidas, enquanto nas lojas físicas esse índice cai para cerca de 9%. Isso mostra como a ausência de contato direto com o produto pode gerar dúvidas, frustrações e devoluções evitáveis. O que pode ser feito para reduzir essas ocorrências? E quando a devolução for inevitável… Mesmo quando houver devoluções, a logística reversa eficiente continua sendo imprescindível. Para isso, a Eu Entrego oferece: Legislação e risco para quem não adota A logística reversa eficiente também está prevista na lei (Lei nº 12.305/2010) e no regulamento da PNRS, determinando que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes estabeleçam sistemas para retorno de produtos ou embalagens após o consumo.  Empresas que ignoram essa obrigação enfrentam não só sanções legais, mas danos reputacionais e financeiros. Um exemplo recente mostra que o descumprimento da PNRS pode gerar autuações de milhões de reais em alguns Estados.

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